O AMOR VERDADEIRO JAMAIS MORRE!

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O coração de uma mulher é um oceano de segredos

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A Menina Que Roubava Livros - Markus Zusak



Quando a Morte conta uma história,
você deve parar para ler.


Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em "A Menina que Roubava Livros", livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do "The New York Times".

Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, "O Manual do Coveiro". Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.

 
E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar.

 
Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhecê-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.
 
 
 
Palavras de uma leitora...
 
 
 
É a dúvida que resta,
que me leva a perguntar...
Qual papel será o meu?
O de quem nada faz?

 
Embora doa, nada fiz para mudar.
Embora doa, nada vai mudar.

 
E revemos nas imagens que não passa de um esboço...
Escolhem os senhores da guerra os motivos a seu
gosto...

 
Embora doa, nada fiz para mudar.
Embora doa, nada vai mudar.

 
Porque nada surpreende.
Já vivemos com o medo.
Quem nos chama á razão?
Ao som de armas adormeço...

 
Embora doa, não me faz perder o sono.
Embora doa...

Escorre sangue pelo ouro em directo na tv
Explode a carne em mãos de quem nada fez

Embora doa, não me sujo desse sangue
Embora doa, há sempre outro canal
Embora doa...

Embora doa...
Não me sujo desse sangue
Embora doa...
Há sempre outro canal.

 
É a dúvida que resta que me leva a perguntar...

(Música: Embora Doa/ Banda: Klepht)






- Fico me perguntando por onde devo começar... O que posso dizer? Creio que esse é um dos livros que mais me marcaram na vida. E eu estou sem palavras. Ainda estou profundamente abalada por causa dessa história.


Eu tinha medo desse livro e o evitava teimosamente. Decidi comprá-lo principalmente porque ele era indicação de uma amiga. Ela tinha me indicado o livro, se não me engano, ainda em 2009. Final de 2009. Tinha até desejado me emprestar o livro na época para eu ler, mas eu tinha outros livros para ler na época e tbm estava com medo do livro. Ler um livro narrado pela "Morte" nunca foi o meu desejo. Eu finalmente criei coragem de adquirir o livro poucos meses atrás e o deixei guardado para eu ler um dia. Talvez ano que vem, talvez no outro e por aí vai. Não pretendia lê-lo agora. Mas alguns momentos difíceis me fizeram perceber que era o momento ideal para eu ler esse livro. Seria agora ou nunca.






"EIS UM PEQUENO FATO
Você vai morrer."



"REAÇÃO AO FATO SUPRACITADO
Isso preocupa você?
Insisto - não tenha medo.
Sou tudo, menos injusta."






- Quando comecei a ler esse livro, logo no início li as palavras citadas acima e fiquei ainda mais furiosa com a Morte. Não é injusta?! Pensei nas pessoas que perdi na vida, pensei na minha Melly e nas crianças que foram arrancadas tão cedo e tão cruelmente deste mundo. Onde é que a Morte não é injusta??!!






"OUTROS PEQUENOS FATOS
Às vezes eu chego cedo demais.
Apresso-me, e algumas pessoas se agarram
por mais tempo à vida do que seria esperado."





- Mas quando fui me aproximando do final da história, passei a enxergar isso de outra forma. Não. A Morte não tem culpa de nada. Como ela diz nesta história, é apenas um resultado. E na maior parte das vezes... Será que vocês imaginam quem são os culpados? Bem... Eu faço uma pergunta: é a Morte que vive fazendo guerra? É ela que sente prazer em ver corpos explodindo, concretos caindo em cima de pessoas, casas desabando em cima de crianças dormindo... tudo isso durante mais uma guerra? E saindo do cenário da guerra... É ela que é um psicopata que sequestra/estupra/tortura e mata uma criança/um adolescente/um outro ser humano?! Eu poderia citar vários exemplos... Se ligarmos a televisão e acompanharmos as notícias... veremos um número sem limite de casos assim... de pessoas que morreram de maneiras que dói até imaginar. E para todos os exemplos a resposta é "não". A Morte não é culpada. Ela é um resultado. E muitas vezes liberta a alma de um ser humano que estava sofrendo, agonizando por causa de um outro ser humano (se é que esses monstros podem ser chamados de seres humanos).





"Sim, lembro-me dela com frequência, e num de meu vasto sortimento de bolsos guardei sua história para contar. É uma dentre a pequena legião que carrego, cada qual extraordinária por si só. Cada qual uma tentativa - uma tentativa que é um salto gigantesco - de me provar que você e sua existência humana valem a pena.

Aqui está ela. Uma dentre um punhado.
A menina que roubava livros.
Se quiser, venha comigo. Vou lhe contar uma história.
Vou lhe mostrar uma coisa."



 

Um pequeno resumo:


Tudo começou em 1939. Janeiro. Três pessoas viajavam num trem. Três pessoas que teriam suas vidas profundamente abaladas. Uma delas logo morreria. O menino.


Aquela foi a primeira vez em que a Morte e Liesel se encontraram. A Morte havia chegado para levar seu irmão de seis anos que estava morrendo de fome, frio e... doença provocada pelas duas coisas anteriores. A mãe de ambos os estava levando para Munique, com a esperança de poder salvar seus dois filhos de um destino trágico. Infelizmente, ela teve que fazer uma parada no caminho para enterrar seu filho mais novo. Até agora me pergunto o que foi daquela mulher...


Liesel mal pôde acreditar que aquilo realmente estava acontecendo. Seu pai estava desaparecido, sua mãe estava morrendo de frio e fome, seu irmão estava morto e ela logo seria entregue à um casal que a criaria dali em diante. E ela só queria uma explicação. Acima de tudo... ela só queria que aquilo fosse apenas um pesadelo. Um sonho ruim do qual ela logo acordaria. Mas infelizmente aquela era sua realidade.


Foi logo depois do enterro de seu irmão que ela roubou seu primeiro livro...


Quando chegar finalmente em Munique, mais precisamente na rua Himmel, Liesel irá se recusar a entrar no seu novo lar. Conhecerá seus novos pais, se apegará muito ao seu papai e com o tempo até entenderá o motivo da sua nova mamãe agir como agiria. Com o passar dos anos, ela verá o quanto foi amada... Se apaixonará pelo seu melhor amigo, conhecerá um lutador judeu, que lhe dará dois livros e sua amizade eterna... E além de tudo isso ela verá muito mais coisas do que uma pessoa deveria ver. Ela verá muito mais do que muitos seres humanos já viram na vida. Ela encontrará a Morte mais algumas vezes ao longo dos anos. Roubará alguns livros, ganhará outros, aprenderá muito... escreverá sua própria história e... perderá demais. Sonhos, esperanças, pessoas... Estava na Alemanha nazista e a Segunda Guerra Mundial não tardaria a começar...






"Os rostos sofredores de homens e mulheres esgotados estendiam-se para eles, implorando não tanto ajuda - já haviam ultrapassado essa fase -, mas uma explicação. Apenas alguma coisa que diminuísse aquela perplexidade."

"Ao observar tudo isso, Liesel teve certeza de que aquelas eram as mais pobres almas ainda vivas. Foi o que escreveu sobre elas. Seus rostos macilentos esticavam-se pela tortura. A fome os devorava, enquanto eles seguiam em frente, alguns olhando para o chão, para evitar as pessoas que ladeavam a rua. Alguns lançavam olhares súplices para os que tinnham ido observar sua humilhação, esse prelúdio de sua morte. Outros imploravam que alguém, qualquer um, desse um passo à frente e os tomasse em seus braços.

Ninguém o fez."





- Só para sabermos ou relembrarmos: durante o "reinado" de Hitler, a Alemanha era nazista e estava quase completamente (uma minoria não estava) dominada pelas palavras de Hitler. Ele falou... usou as palavras de forma talentosa e conseguiu provocar uma lavagem cerebral em muitas pessoas. Ele subiu ao poder... e destruiu muitas vidas. Naquela época alguns povos eram perseguidos, entre eles podemos citar os comunistas, mas principalmente os judeus. Hitler dizia que eles eram inferiores e estavam tentando contaminar a "mente" dos alemães, que eles pretendiam roubar tudo que a Alemanha possuía. Toda desgraça era culpa dos judeus... as pessoas ficaram cegas. As pessoas começaram a perseguir, atacar e matar. A Alemanha (Hitler) queria guerra e conseguiu. Não demorou muito para os Aliados declararem guerra ao Eixo. No final de tudo, sabemos que a Alemanha perde e Hitler se suicida. É nesse cenário que se passa a história de Liesel.


- Mas se pensam que irei falar muito da história dela... se querem que eu fale demais como muitas vezes faço (gosto de spoiler, vocês sabem..rs...), terei que decepcioná-los, eu acho. Não irei contar muita coisa. Tudo que vocês precisam saber é que Liesel, nossa menina que roubava livros, irá passar por muita coisa na vida. Ela sentirá demais. Ela sofrerá muito e também aprenderá... Conhecerá pessoas maravilhosas, que farão parte da sua vida. Salvará dois livros. Um, ela irá salvar da neve e o outro do fogo. "Roubará" mais alguns livros ao longo da sua vida e decidirá escrever sua própria história. A história que a Morte carregará durante muito tempo. A história que a Morte nos contará. E outra coisa: se decidir ler esse livro saiba que você jamais conseguirá tirar esta história da sua mente, do seu coração. Liesel, sua família e seus amigos irão te conquistar de uma tal forma que você terminará a leitura em lágrimas. Eu não consegui me controlar. Foi difícil dizer adeus... foi difícil me separar deles e foi impossível não chorar. Posso dizer até que, depois de "Mensagens de Esperança", este é o livro que mais me marcou na vida. É intenso. Muito perturbador e mais real do que eu gostaria que fosse. Mistura ficção com realidade e mexe profundamente com nós leitores.






"Ela levantou os olhos. Falou num sussurro.
- Hoje o céu está fosco, Max. As nuvens estão muito foscas e tristes e... - Desviou os olhos e cruzou os braços.
Pensou no pai, indo para a guerra, e puxou o casaco dos dois lados do corpo. - E está frio, Max. Faz muito frio..."

"- Max - disse Liesel. O rapaz se virou e fechou os olhos por um instante, enquanto a menina prosseguia. - 'Era uma vez um homenzinho estranho' - fez ela. Seus braços pendiam, mas suas mãos eram punhos cerrados junto ao corpo. - 'Mas havia também uma sacudidora de palavras."

"- Max - chorou a menina."





- Se você prestar bastante atenção ao iniciar a leitura desse livro, perceberá que o final já foi contado no início. Ou melhor, boa parte dele. Eu não percebi isso. Apesar de ter lido as páginas umas duas vezes, não me liguei que o final já estava contado. Se eu tivesse prestado mais atenção, estaria mais preparada. O final é infeliz ou não? Bem... leia o livro e saberá. Para alguns pode ser considerado um bom final... até porque... Bem... não vou dizer porque seria um bom final. Mas para mim não foi. Fiquei feliz por algumas coisas, mas a tristeza pelo adeus ainda estava presente.

 - Já disse que me separar dos personagens foi difícil. Principalmente daqueles mais especiais: Liesel, Rudy, Max, Hans e Rosa. Fechar o livro e dizer adeus foi doloroso... Porém, mais doloroso do que isso foi acompanhar algumas realidades sobre essas pessoas. Estou tentando não falar demais. Não quero entregar coisas demais da história... Enfim... Acho que já é hora de eu terminar essa resenha, não? Mas antes...

 - De todos os personagens, jamais esquecerei de Rudy Steiner... do menino que "atormentava" a pequena Liesel e que a amava com todo o coração. Nunca esquecerei de seu primeiro roubo. E quem é que pode condenar uma criança faminta por roubar algo para comer?! Ele estava sempre faminto, mas mesmo assim retirou alguns pedaços de pão de casa, cortou em pedacinhos e distribuiu... deu aos judeus que passavam sofrendo pela estrada num determinado dia. Ele colocou os pedacinhos de pães na rua e se escondeu, observando eles passarem arrastados, machucados e morrendo. Nunca esquecerei de quando ele pediu a Liesel o primeiro beijo... ou do dia em que ele se jogou contra ela na rua e a segurou até que os soldados se afastassem. Ele aguentou os socos que ela lhe deu, mas não a soltou, pois isso poderia significar o fim daquela menininha que não suportava assistir calada e parada o que os soldados estavam fazendo com os judeus.

 
"À sombra das árvores, Liesel observou o menino. Como as coisas haviam mudado, de ladrão de frutas a doador de pão! O cabelo louro de Rudy, embora mais escuro, parecia uma vela. Ela ouviu o estômago do amigo roncar - e ele estava dando pão às pessoas.

Seria isso a Alemanha?
Seria essa a Alemanha nazista?"





- Mesmo num cenário de guerra... mesmo em meio às mortes, dor, desespero, prédios caindo, sangue, preconceito... ainda existiam aqueles que tinham esperanças. E acima de tudo ainda existia quem dividisse o pouco que tinha com quem não tinha nada. Rudy era uma dessas pessoas. Ele pegou o que lhe faria falta, mas foi até onde os judeus estavam passando para seguir para o campo de concentração, creio, e deu... ele distribuiu pão. E quando aquele piloto caiu e estava agonizando... ele fez algo que me emocionou muito. Pegou um ursinho de pelúcia que estava com ele e colocou junto ao piloto que estava morrendo. Um símbolo de amizade... uma atitude de compaixão, amor, apoio. É como se dissesse que ele não estaria só enquanto partisse. Que tristeza deve ser uma pessoa morrer sozinha, não? Rudy parecia saber disso e ofereceu sua presença... ofereceu o ursinho. A última palavra do piloto foi "obrigado".






"Foi uma longa noite de bombas e leitura.
Sua boca estava seca, mas a menina que roubava livros
batalhou até concluir cinquenta e quatro páginas."





- E como poderei esquecer da nossa sacudidora de palavras/nossa menina que roubava livros? Jamais esquecerei de como ela ofereceu sua amizade ao Max, como foi uma luz na vida dos seus pais adotivos... como leu, pacientemente, para uma mulher que tinha perdido seu filho e estava com o coração em pedaços, como esteve sempre ao lado do seu amigo e amor de infância, Rudy Steiner... como lutou para aprender a ler e escrever... como suportou, corajosamente, as chicotadas por não ter suportado aguentar quieta o que os soldados estavam fazendo com aqueles judeus. E principalmente, nunca esquecerei o tempo que ela passou naquele porão lendo para pessoas desesperadas. Bombas estavam explodindo por perto e ela estava lendo... acalmando as crianças, dando esperanças aos adultos. E o dia no qual a mãe dela foi demitida do emprego... do seu único sustento e nossa Liesel, tomada pela dor, disse todas aquelas coisas à ex-patroa da sua mãe? Como esquecer aquele dia? Ela tentou assumir a culpa pelo ocorrido e tudo que desejou foi livrar sua mamãe daquele sofrimento. Jamais esquecerei o dia no qual ela finalmente beijou os lábios do Rudy. Por tantas vezes ele pediu, tanto desejou saber qual gosto teria os lábios dela e... quando ela finalmente o beijou, eu não pude controlar as lágrimas. Leia o livro, leia essa cena e entenderá... saberá o motivo de eu ter chorado. Enfim... Eu simplesmente não poderei esquecer esses personagens. Essas pessoas.

 - Recomendo o livro? Bem... Se você prefere fugir de histórias mais reais, digamos, e prefira as histórias de amor.... aquelas histórias lindas de amor, com felizes para sempre... Se não deseja de jeito nenhum ler um livro intenso, perturbador e que vai mexer demais com suas emoções... Fuja desse livro. Eu fugi durante bastante tempo, pois sabia que ele iria me abalar... Mas digo também uma coisa: eu acredito que todos deveriam ler essa história. Por mais dolorosa que ela seja, não me arrependi de lê-la. Eu precisava ler esse livro.

 - Enfim... Agradeço muito a amiga que me indicou esse livro (não vou citar o nome dela aqui, pois não sei se ela gostaria disso. Faz muito tempo que não vejo essa pessoa... eu não a conheci no mundo virtual. Foi pessoalmente.). Essa pessoa já foi minha professora no passado e me ensinou muitas coisas. É uma amiga querida e eu espero que ela esteja muito bem. Adorei a indicação, querida!


- Se alguém mais me indicou esse livro eu, infelizmente, não lembro. Não tenho anotado na lista. Acredito que ninguém mais indicou, mas se isso aconteceu foi antes de eu ter a lista onde anoto as indicações. Enfim...

 
"E a roubadora de livros lê, relê e relê sua última frase, durante muitas horas.

"A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS - ÚLTIMA LINHA
Odiei as palavras e as amei,
e espero tê-las usado direito."





























3 comentários:

Anônimo disse...

Bem, Luna, como já tive oportunidade de te dizer, tb tenho esse livro aqui em casa. E estou fazendo o mesmo que vc fez por muito tempo: estou evitando lê-lo. Por pura covardia. rs


No entanto a sua resenha me fez decidir que vou deixar de adiar indefinidamente a leitura. Apesar dos pesares, fiquei com muita vontade de lê-lo.


bjs
Carla

Ana Carolina Nonato disse...

Olá!

Eu li o livro e sofri muito com ele - não só pela história em si, mas por ser sobre a II Guerra... Normalmente, passo mal ao imaginar estes momentos tristes de nossa história...
Eu adoro o Max de paixão - eu li na escola, e o Max era tão real pra mim que eu até conversava com ele enquanto lia (isso é normal pra mim. Eu me jogo de uma maneira na história que sem perceber estou dialogando com as personagens. Oo).
Adorei sua resenha, e acho que você leu o livro, sim, no momento certo. Está te ajudando a entender certas coisas... :/

Abraços!

Ana Carolina Nonato
Blog Seis Milênios

Luna disse...

Olá Carlita, Ana!!


Carlita, apesar de tudo vale mesmo muito a pena ler o livro. É uma leitura complicada, mas acredito que até necessária. Acho que todos precisam ler esse livro. :)


Ana,

rsrsrs... O Max é realmente um amor! Não dá para não gostar dele. Só que diferente de vc, eu me vi mais apegada ao Rudy. Gostei demais do Max, mas o Rudy invadiu meu coração de uma maneira mais intensa, entende? rsrs...

Entendo. Depois que li esse livro pude "ouvir" perfeitamente o barulho das bombas explodindo durante aquela Guerra, os gritos das pessoas, vi os personagens do livro no meio daquilo tudo... As casas desabando... Foi horrível!

Obrigada! :)


Bjs!

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