O AMOR VERDADEIRO JAMAIS MORRE!

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O coração de uma mulher é um oceano de segredos

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Melhores e Piores Mocinhos e Mocinhas de 2011





- Bem... A Mónica sugeriu que eu fizesse um post sobre os melhores e piores mocinhos de 2011. Eu achei a ideia boa, embora complicada (pois é muito difícil escolher os melhores, gente!!!), e resolvi arriscar fazer o post. Saibam que é muito difícil para mim escolher os melhores entre os mocinhos maravilhosos que conheci, mas vou tentar. Vou escolher 3 melhores mocinhos e mocinhas e 3 piores mocinhos e mocinhas, ok? Vamos começar...


Dessa vez vou fazer diferente... Em vez de explicar porquê o mocinho está sendo escolhido, vou colocar trechos do livro que tenham importância para mim, ok? Trechos nos quais o mocinho fale ou faça algo que seja marcante para mim.


Melhores Mocinhos:


1º lugar: Roger Blackraven, da série O Quarto Arcano - Florencia Bonelli


"- Ofereço-te toda a força que eu tiver. Daria a minha vida por ti e sabes bem que é verdade." (página 272, do livro O Anjo Negro)

 
"- Se estas cicatrizes são tuas, então são minhas também. Não as tenho no corpo, mas tenho-as no coração. Sejamos um, Isaura. Dá-me a tua dor e liberta-te dela." (página 293, do livro O Anjo Negro)

 
" - Desejei com tanto desespero este reencontro - confessou. - Que foi que me fizeste, Isaura, que já não sou o mesmo homem? Vais acabar comigo se não me amares como eu te amo, deste modo doentio. Às vezes penso que estás a dar cabo de mim. Será uma vingança? Quero ver-te louca por mim. Louca, louca! Quero que sofras por mim como eu sofri por ti. Como foram estes meses de separação? Um inferno, como os meus? Diz-me!"



"- Quero que sofras, que me supliques que te ame, quero que me jures que sou o único, o primeiro e o último." (página 141, do livro O Porto das Tormentas)

 
" - Tu e eu somos um único ser, as duas partes de uma unidade. Não podemos viver separados, não podemos afastar-nos um do outro. Tu não podes excluir-me, nem eu a ti. Seja o que for que tenhamos de viver, vivê-lo-emos juntos. Do mesmo modo que os nossos corpos se unem quando fazemos amor, o mesmo acontece com os nossos espíritos e corações. Consegues senti-lo? Consegues sentir assim, Isaura? Para mim é tão claro quando te vejo, quando te toco, quando te oiço falar, quando entro no teu corpo. Em ti terminou a minha busca. Sei agora qual o verdadeiro sentido da minha existência: amar-te e ser amado por ti." (página 143, do livro O Porto das Tormentas)



2º lugar: Ráfaga, do livro A Carícia do Vento - Janet Dailey


Não. Não estou louca!rsrsrs... Tenho meus motivos para escolhê-lo. :D


" - Não podemos voltar ao que já fomos. Um momento que passou não pode ser recuperado. Só um tolo o tentaria."

 
"- Se tivesse que fazer tudo de novo, ainda faria a mesma escolha?

- Quien sabe? A vida não permite que se volte atrás nos caminhos, nem que se mude de direção. O hoje pode mudar o amanhã, mas não o ontem."


"- Se houvesse algum outro meio de detê-la, acha que não o teria usado? - rosnou Ráfaga. - Acha que, quando tomei o rifle nas mãos, não tinha consciência de que estava me arriscando a matá-la, ou feri-la seriamente? Acha que não tive vontade de chamar a bala de volta, depois que saiu da arma? - A linha da boca estava severamente estreita. - Não tem importância para mim que o cavalo esteja morto.

Não concluiu dizendo que era importante que ela estivesse viva e incólume."

 
" - Não se levante - ordenou, com voz rouca. - Posso acabar com isso se não se levantar, querida."




" - Não!


Foi como uma trovoada, estourando e vibrando no ar, carregada de violência. Um par de mãos a ampararam."




" - Acabou - prometeu Ráfaga, num murmúrio rouco."


" - Então, o que você quer? - indagou, com selvageria. - Quer que eu a deixe ir embora? É isso? Para voltar para junto dos seus pais e ter o bebê lá com eles? Quer fazer isso e ouvi-lo ser chamado de bastardo? - Ráfaga não deu a Sheila a oportunidade de dar uma única resposta. - Não a deixarei ir embora! Se era isso que esperava, pode tirar a ideia da cabeça. Jamais permitirei que você me deixe... nem a criança que foi concebida do nosso amor. O padre nos casará, e a criança, quando nascer, será batizada por um padre! Vai ser criada aqui nesta casa, neste desfiladeiro, com os irmãos e irmãs que possam nascer depois."





3º lugar: Royce Westmoreland, do livro Um Reino de Sonhos - Judith McNaught




"-Compreendo muito bem o motivo - disse ele. Parecia-lhe a mulher mais indomável que teve a desgraça de encontrar."



"-Porque desprezo você, e a tudo o que representa.


Royce a olhou fixamente, com uma sensação de fúria, estranheza e admiração diante de tanta coragem desafiadora. Além de matá-la, o que de qualquer forma não lhe permitiria obter as respostas que procurava, não sabia o que fazer com ela, e embora estrangulá-la com suas próprias mãos parecia ser atraente para ele naquele momento, desprezou a idéia."


"Sem pronunciar uma palavra, ele se aproximou e levantou a aba para deixá-la passar. Depois, diante da surpresa de Jenny, inclinou-se com uma saudação zombeteira e insultante.


-Seu servo, senhora. Se houver algo que possa fazer para que sua estadia seja mais agradável espero que não vacile em me comunicar.


-Então, me desamarre os braços - pediu Jenny.


-Não!- falou Royce com gesto de incredulidade."


"Ela levantou a cabeça e, por um instante, Royce não pôde evitar sentir admiração pela extraordinária visão que se desdobrou diante dele. Ali de pé, como uma cigana grosseiramente encolerizada com o cabelo revolto semelhante a labaredas douradas, e uma expressão de ódio nos olhos rasos de lágrimas não derramadas, Jenny levantou lentamente uma mão, em que empunhava uma adaga que, evidentemente tinha tirado da bota enquanto levava as palmadas.


E enquanto sustentava a adaga no alto, preparada para atacá-lo, Royce Westmoreland pensou que era a criatura mais magnífica que jamais tinha visto; um anjo selvagem, linda e encolerizada, ávido por vingança, que não parecia experimentar o menor temor de se enfrentar com um inimigo muito mais forte. Royce se deu conta nesse instante de que tinha lhe feito mal e a tinha humilhado, apesar disso não tinha conseguido dominar seu espírito indomável. E de repente, não estava certo de querer dobrá-la."


"Mesmo que soubesse que Jenny não queria que a tocasse, para Royce ficou impossível não tomá-la entre seus braços. Ao sentir que seu corpo ficava rígido, tomou-lhe a cabeça entre as mãos e a manteve apertada contra seu peito.


-Jenny, por favor -disse com voz rouca, - não faça isto. Não sofra assim. Chore, pelo amor de Deus. Grite de novo, mas não me olhe como se eu fosse um assassino.


E então Royce compreendeu que a amava e desde quando. Sua mente retrocedeu instantaneamente ao momento em que se encontrava no bosque, quando um anjo vestido de pajem o olhou com seus brilhantes olhos azuis e sussurrou: «Todas as coisas que dizem que tem feito…, não são certas. Não acredito».


Agora por outro lado, acreditava em tudo o que se dizia a respeito dele, e por muito boas razões. Sabia que isso lhe doía mil vezes mais que qualquer ferida que tivesse recebido.


-Se chorar se sentirá melhor - disse acariciando o brilhante cabelo, que parecia cetim entre seus dedos."


"-Sei que não acredita -sussurrou dolorosamente, - mas manterei minha palavra. Durante o torneio não ferirei nenhum membro de sua família nem de seu clã. Juro.


- Peço que me solte - disse ela com voz sufocada.


Royce não pôde evitar. Estreitou-a ainda mais entre seus braços.


-Jenny… - sussurrou.


E ela desejou morrer, porque não podia evitar adorar o som de seu nome quando ele o pronunciava.


-Não volte a me chamar assim - disse com voz rouca.


Royce deixou escapar um prolongado e doloroso suspiro.


-Ajudaria em algo se eu dissesse que te amo?"





Melhores Mocinhas:


1º lugar: Isaura Maguire, da série O Quarto Arcano - Florencia Bonelli

" - A senhorita Isaura Maguire, presumo - disse em jeito de cumprimento num castelhano perfeito, ainda que o sotaque traísse a sua origem inglesa.



A jovem inclinou levemente a cabeça e fez uma breve reverência. Trazia os dois garotos pela mão e projectava-se do seu corpo uma inconfundível atitude possessiva, semelhante à de uma mãe perante um perigo iminente.


- Eu sou Roger Blackraven, o tutor de Víctor.


- Corvo negro - disse Melody e Roger não compreendeu de imediato.


- Desculpe, como disse?


- Disse corvo negro. Blackraven significa corvo negro. A julgar pelo significado, o seu nome não é nada lisonjeiro, senhor.


Blackraven ficou a olhá-la e Melody percebeu que Víctor e Jimmy lhe apertavam as mãos com força, ao mesmo tempo que recuavam.


- Lamento que o meu apelido não seja do seu agrado.


- É inglês. Não me agradaria fosse ele qual fosse." (páginas 54 e 55, do livro O Anjo Negro)


" - Oh Roger, perdoa-me! - suplicou Melody agarrada ao seu pescoço. E ele, que nos últimos meses se debatera entre o ressentimento e o amor, pensou que nada justificava a angústia da sua doce Isaura. Nesse momento, não teve a menor dúvida de que a amava de um modo demente, obsessivo, que a amaria sempre, até ao fim dos seus dias, porque acabava de compreender que era capaz de lhe perdoar qualquer coisa, a mais vil, a mais baixa.


- Perdoa-me - insistia Melody. E ele, emocionado, nem sequer conseguia articular uma palavra.


- Basta, Isaura, não me peças perdão.


- Preciso de te ouvir dizer que me perdoas. Fui dura contigo. Acusei-te injustamente. Desconfiei de ti. Como estou envergonhada! - Escondeu o rosto no peito de Blackraven, agarrando-se a ele com o ímpeto de quem teme o precipício. - Diz que me perdoas!" (página 102, do livro O Porto das Tormentas)


" - Merecia que me deixasses como fizeste, eu sei, mas quando te foste embora... Bem, foi a situação mais difícil de toda a minha vida. A mais dura, entendes? Porque não te tinha ao meu lado para suportar o meu destino. Contigo encaro qualquer desafio, não tenho medo de nada. Nunca imaginei que estar longe de ti pudesse ser tão doloroso. Durante a tua ausência, perguntava-me todas as manhãs: 'Será hoje que volto a vê-lo?' E quando Somar voltava para casa, Roger, e eu lhe perguntava com o olhar se havia alguma carta tua, alguma notícia tua e ele abanava negativamente a cabeça, porque não havia nada, o meu coração sangrava de dor. Mais tarde, quando o Jimmy adoeceu, só pensava: 'Meu Deus, devolve-me o Roger! Não me faças viver este martírio longe dele.' A misericórdia de Deus existe, Roger. Ele conduziu-te até junto de mim no momento em que as minhas forças estavam a chegar ao fim. Meu amor! Não me deixes nunca mais! Roger, por amor de Deus, não voltes a deixar-me. Ama-me, ama-me sempre. Ama-me loucamente como eu te amo a ti." (página 143, do livro O Porto das Tormentas)


" - Amas-me, Isaura?


- Para além do próprio entendimento. Com todas as forças do meu coração. Em todos os segundos e quando durmo também. Sim, amo-te, Roger Blackraven." (página 144, do livro O Porto das Tormentas)






2º lugar: Sheila, do livro A Carícia do Vento - Janet Dailey


" - Juro por Deus - resmungou -, se aquela vaca não parar de gritar comigo, vou enfiar um tamale pela sua garganta abaixo! É melhor dizer ao seu patrão que a mande calar a boca, antes que eu o faça!
  - Mau gênio, mau gênio. - brincou Laredo.

 - Daqui a uns dois minutos você vai ver direitinho como é meu gênio! - retrucou Sheila."


"Largando-os sobre a mesa, Sheila agarrou a faca pelo cabo.
 - Não consigo resolver em quem usar isto. - murmurou.
 - Não creio que Lena saiba que não pode confiar em você com uma faca - comentou Laredo, com um sorriso retorcido.
 Sheila retribuiu o sorriso, com falsa doçura.
 - Pensando melhor, sei exatamente em quem usá-la... no seu patrão implacável. Gostaria de arrancar-lhe fora o coração e tê-lo aqui no prato, ao invés desse pedaço de carne. - A lâmina brilhante pairava acima da carne fibrosa. - Aí, então, poderia cortá-lo em pedacinhos, ou quem sabe seria tão duro que só poderia parti-lo em pedaços."

 
" - Gracias - Lançou-lhe um sorriso adocicado. - Preferiria cortar o seu coração em fatias."


" - Estou certa de que ele já sabe que o acho um bastardo cruel e desprezível."


" - Não diga! - Sheila arregalou os olhos com falsa inocência e assombro. Fitou Ráfaga, disfarçando a antipatia do olhar com um movimento modesto dos cílios. - Então, não pretendia chamá-lo de bastardo. Estou certa de que seria muito mais exato chamá-lo de filho da puta."





3º lugar: Jennifer, do livro Um Reino de Sonhos - Judith McNaught


"Senhor, se fores fazer algo para deter este matrimônio, terá que fazê-lo já, pois dentro de cinco minutos será muito tarde. Certamente mereço algo melhor que este matrimônio à força com um homem que me roubou a virgindade. Sabe que não a entreguei voluntariamente."




"No momento em que a capa caiu para trás, Jenny lançou um punho com toda a sua força contra o gigante escuro e demoníaco que se encontrava diante dela, golpeando-o no queixo.
Brenna desmaiou.
 - Monstro - gritou Jenny. - Bárbaro! - dispôs-se a golpear de novo, mas uma mão enorme se fechou sobre seu punho obrigando-a a manter o braço no alto. - Diabos! - Falou sem deixar de lutar ao mesmo tempo em que dirigia uma potente pernada contra sua virilha. - Seguidor de Satanás! Violador de inoc...!


- Que demônios! - rugiu Royce Westmoreland. Adiantando-se, segurou à moça pela cintura e a levantou no ar, sutentando-a por um braço de distância. Foi um engano. A bota de Jenny o alcançou diretamente na entre perna."



Piores Mocinhos:


1º lugar: A praga do Rolf, do livro Amor e Vingança - Sophia Johnson


"Meghan olhava-o, sem entender suas intenções. Mas não demorou muito para descobrir. Com voz lenta e firme, ele anunciou:



— Meu povo de Rimsdale, a maioria de vocês já conhece lady Ailsa, pois ela nos honrou com sua visita. — Ele parou, respirou fundo e, passando os olhos ao redor, concluiu: — E, desta vez, não veio como irmã de lorde Alpin, mas como minha noiva, e, portanto, sua futura senhora. Lady Ailsa e eu nos casaremos amanhã.


Seu olhar encontrou o de Meghan, vazio, sombrio, sem esperanças.


— Não! — O grito escapou dos lábios de Meghan sem que, ao menos, o percebesse vindo-lhe à boca. Não podia ter ouvido direito. Estavam prometidos!


Horrendo levantou-se e rosnou, percebendo-lhe a emoção. Meghan inclinou-se e, ao acariciar-lhe a cabeça, para acalmá-lo, pegou a faca de Alpin e escondeu-a entre as saias. Pensou nas roupas que vestira apenas para agradar Rolf. E voltou-se para encará-lo.


Um silêncio terrível caiu sobre o salão. Rolf esperava, rígido, calado.


— Você trocou votos comigo! — Meghan acusou. — Todos neste castelo ouviram suas palavras, prometendo ficar comigo durante um ano e um dia!


Houve alguns segundos de silêncio ainda, até que ele respondeu:


— Minha promessa a você não foi de permanecermos juntos por um ano e um dia, mas de ficar a seu lado enquanto estivéssemos juntos. E, como deve ter percebido, há dois dias não é mais assim.


Meghan entreabriu os lábios, chocada. Usava toda a sua força interior para não tremer. Tudo o que vivera com ele não passara, então, de uma mentira! Rolf a tinha enganado! Fizera ela se apaixonar por ele! Por vingança. Fizera-a acreditar que era sua prometida, que seriam marido e mulher. Por vingança...


Mal conseguia respirar. Uma fúria intensa se apoderava de sua mente. Seu coração batia descompassado, movido pela decepção e pela mágoa. Rolf jogara seu orgulho e sua honra numa latrina! Todos os dias e noites de amor que tinham vivido não passavam de uma enorme mentira sem escrúpulos. Uma vingança e nada mais.


Caminhou devagar em torno da mesa. Horrendo seguia cada passo seu. Protegia-a e mantinha-se tão próximo, que lhe roçava as saias. Seus olhos estavam fixos em Rolf e pareciam odiá-lo tanto quanto a beldade que estava a seu lado. Meghan parou a alguns passos de ambos.


Um novo sentimento, que desconhecia por completo, pulsava em suas veias. Ódio. Tão intenso, que poderia ser tocado.


— Tem razão, Rolf — disse, em voz baixa e tão perigosa quanto a dele quando estava nesse tom. — Quando me recusei a ser sua amante, você realmente fez sua promessa dizendo que estaríamos prometidos enquanto estivéssemos juntos. Fui eu quem disse "por um ano e um dia". Mas isso não torna nossos votos ilegais.


— Não. Não há nada ilegal neles. Assinei um contrato com Ailsa há mais de um ano. E é a esse voto que devo manter minha honra ligada. É essa promessa que pretendo cumprir.


Todos no salão continuavam em silêncio. Podiam ouvir cada palavra. Meghan sentia seu peito espremer-se numa agonia sem fim. Tinha sido para ele o que jurara jamais ser... Uma amante apenas. Todo o desprezo que sentia por Rolf brilhava em seus olhos muito verdes. Sem vacilar, sua mão moveu-se no ar e a adaga de Alpin voou, cortando o ar do ambiente. Sua ponta afiadíssima cravou-se junto aos pés de Rolf, quase lhe atingindo os dedos. E deteve-se com tanta força que o cabo ficou balançando no ar, contra suas botas."

Ailsa gritou e protegeu-se nas costas de Rolf. Os homens que tinham vindo com ela chegaram a levar as mãos às espadas, mas os guerreiros de Rimsdale os detiveram. Ninguém dizia nada, nem se movia. Ninguém dava um passo em direção a Meghan para detê-la. Os aliados de Rolf aprenderam a conhecer o orgulho de Blackthorn e a profundidade da honra de Meghan. Se realmente desejasse algum mal a seu senhor, ele estaria morto agora.



— Aí está! Essa adaga retira meus votos para com você, Rolf — ela exclamou, olhando-o com firmeza. — Não somos mais um só. E agora juro, diante de todos aqui reunidos, que nada mais devo ao MacDhaidh de Rimsdale. Nada que seja meu lhe pertence. Se estivesse grávida, você jamais teria direitos sobre meu filho, pois nunca estivemos legalmente unidos, como provaram suas próprias palavras. Não lhe devo mais lealdade, nem respeito. Nada.


Meghan olhou para Ailsa, ainda oculta atrás de Rolf e concluiu:


— Você escolheu muito bem sua companheira para a vida toda, Rolf. Nada mais perfeito do que uma harpia e um mentiroso."

"Entrou nas profundezas do castelo e encontrou-a. Não pensara em procurar lá até que todos os outros lugares se esgotaram como possibilidades. Devagar, com calma, procurou em cada cela escura e úmida. Levava uma tocha e parou quando a percebeu, enrolada em si mesma, segurando o instrumento que tocara. Horrendo estava a seu lado, deitado, como se quisesse partilhar seu calor. Ao vê-lo, o animal arreganhou os dentes, silencioso, querendo protegê-la.



Meghan descera a um lugar que temia para se esconder. Havia olheiras em seu delicado rosto, que estava ainda úmido devido às muitas lágrimas que tinha chorado antes de adormecer.


Rolf engoliu em seco. Sua Meghan, que nunca chorava... Que não chorara nem quando ele a trouxera, amarrada como um animal feroz, para humilhá-la."
 
Uma observação: Quem arriscar ler esse livro, vai entender porquê escolhi esses trechos. Não são os piores. Mas são marcantes para mim e fortaleceram a minha decisão de mandar esse livro para a lista dos odiados. Adoro a Megan, mas o Rolf não passa de um demônio.
 
 
 
2º lugar: Tristán Verme, do livro O Amor do Pirata - Johanna Lindsey
 
 
"- Não! - gritou ela, e tratou de sair da cama, mas num segundo ele estava sobre ela.

 
- Será sensata, ou quer remendar seu vestido pela terceira vez amanhã? - perguntou ele.
 - Vai pro inferno! - gritou ela furiosamente.

 
Bettina começou a lutar, mas as mãos de Tristán imobilizaram seus pulsos. Levantou-as acima de sua cabeça, deixando-a indefesa exceto as pernas, que estavam travadas por suas saias. O peso dele a paralisou, e de repente Bettina se sentiu sufocada. Seguiu ofegando por liberar-se, mas ouvia Tristán rir.


- Você ri!

 
Então Bettina gritou, com um uivo ensurdecedor de fúria, mas Tristán cobriu sua boca com a sua. Quando Bettina virou a cabeça para o outro lado para evitar os lábios dele, ele soltou suas mãos e reteve seu rosto, machucando os lábios com um beijo brutal, no entanto, afastou seus lábios dos dela e gritou de dor quando ela afundou suas unhas em suas costas.


- Vai pro diabo, maldita gata! - grunhiu. Reteve seus pulsos com uma mão e com a outra lhe arrancou o vestido até a cintura. Olhando-a friamente, observou a expressão cheia de terror da moça enquanto terminava de rasgar seu vestido. Depois rompeu o suave tecido de sua anágua até que a nudez da moça apareceu à vista. Tristán levantou as pernas da moça sobre seus ombros e as sustentou assim com seus fortes braços. Penetrou nela cruelmente e violou seu corpo com fúria.


Quando terminou, seu agastamento diminuiu. Deixou-a livre e se acomodou a seu lado sem se importar que ela recomeçasse seus ataques. Mas ela ficou ali estendida olhando o teto. Nem sequer se moveu quando ele a cobriu com o cobertor. [...]

 
Bettina lhe voltou as costas e deixou que as lágrimas silenciosas corressem por suas faces."




3º lugar: Alexei, do livro Fogo Eterno - Lynne Graham


"A equipe de Alexei era toda de funcionários masculinos, e Billie foi assiduamente ignorada até a primeira vez em que ele lhe telefonou no meio da noite, para que ela o ajudasse com uma pequena crise, e os funcionários descobriram então que tinham de contatar Alexei através dela. Mais tarde naquela semana, com o 'gelo' quebrado, ela perguntou para um dos homens por que eles a excluíam tanto.
 Panos lhe deu um olhar sem graça.
 - Mais cedo ou mais tarde, as funcionárias do sexo feminino acabam na cama com Alexei - contou ele relutantemente. - E isso nos deixa desconfortáveis. Depois de uma ou duas semanas, Alexei sempre transfere essa pessoa do escritório principal para outro trabalho. Nós conhecemos o esquema. Quatro mulheres já entraram e saíram desse seu cargo num curto período de tempo." (página 31)

 " - Vou me vestir.
 - Não. - Alexei fechou a mão em torno do braço delgado e a puxou de volta. - Não será necessário. O carro está parado lá fora. Alguém virar até aqui e fará suas malas.
 Billie paralisou na soleira da porta do toalete.

 
- E quanto a Nicky?

 
O corpo musculoso roçava de leve o dela, mas enrijeceu-se mediante a pergunta.
 - Ele continua aqui.
 Billie girou. Os olhos verdes angustiados procurando os dele.

 
- Não posso fazer isso. Ele é meu filho, minha responsabilidade.
 - Poderá visitá-lo... quando eu não estiver por perto. - Alexei deixou escapar um suspiro. - Cobrirei todas as despesas dele. Poderá ter as melhores babás, todos os luxos...
 - Não pode me pedir para escolher entre os dois! - exclamou Billie, consternada com a diabólica barganha que ele tentava lhe impringir.

 
Desapiedados olhos dourados a encararam.
 - Por enquanto essa é a proposta, e a escolha é sua." (páginas 212 e 213)




Piores Mocinhas:

1º lugar: A miserável da Billie, do livro Fogo Eterno - Lynne Graham


" - Vou me vestir.
 - Não. - Alexei fechou a mão em torno do braço delgado e a puxou de volta. - Não será necessário. O carro está parado lá fora. Alguém virar até aqui e fará suas malas.

 
Billie paralisou na soleira da porta do toalete.
 - E quanto a Nicky?
 O corpo musculoso roçava de leve o dela, mas enrijeceu-se mediante a pergunta.

 
- Ele continua aqui.
 Billie girou. Os olhos verdes angustiados procurando os dele.

 
- Não posso fazer isso. Ele é meu filho, minha responsabilidade.
 - Poderá visitá-lo... quando eu não estiver por perto. - Alexei deixou escapar um suspiro. - Cobrirei todas as despesas dele. Poderá ter as melhores babás, todos os luxos...


- Não pode me pedir para escolher entre os dois! - exclamou Billie, consternada com a diabólica barganha que ele tentava lhe impringir.
 Desapiedados olhos dourados a encararam.
 - Por enquanto essa é a proposta, e a escolha é sua." (páginas 212 e 213)


Observação: escolhi o mesmo trecho que escolhi para falar do Alexei porque esse trecho também condenou a Billie. Quando ele mandou ela escolher entre o filho e ele, a Billie preferiu ficar com o Alexei e deixar o filho, que ainda era um bebê. Isso não sou capaz de aceitar.



Acabou?! Sim. Aí, alguns de vocês podem se perguntar o motivo do nome da Charmaine não aparecer aqui, mas tenho meus motivos...rsrs... Ela é uma das piores mocinhas que conheci este ano, mas preferi colocar somente o nome da Billie aqui. Tenho meus motivos, gente. Mas o nome dela vai aparecer na "Minha Retrospectiva 2011", que já está pronta e será publicada em breve. :)


Bjs!


3 comentários:

Carla disse...

A sua lista de melhores mocinhos e melhores mocinhas faz jus ao ditado que diz que "por trás de um grande homem tem sempre uma grande mulher". rsrs

Os mocinhos vilões não conheço, mas estou arrumando coragem para fazê-lo. :D

Amei a lista!
Bjs!

Luna disse...

rsrsrsrs... Mas é verdade. O que seria daqueles mocinhos se Isaura, Sheila e Jennifer não existissem?! Eles só podem ser felizes com elas.


kkkkkkkkkkkkk.... Quando você arrumar coragem para conhecê-los, não esquece de me contar o que estiver achando deles.rsrsrs... Vou querer saber sua opinião, principalmente, sobre o Rolf e o Tristán. :)


Gracias!


Bjs!

Carla disse...

É verdade, amiga. :)

Fica tranquila. Farei um relatório completo. rsrs

Bjs!

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