O AMOR VERDADEIRO JAMAIS MORRE!

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O coração de uma mulher é um oceano de segredos

sábado, 7 de abril de 2012

Duas Vidas Sem Destino - Sandra Canfield [Maratona de Banca 2012 - Abril]


Em abril: Mocinho sequestra mocinha

DOIS CORAÇÕES NA HORA DA VERDADE!

Kelly Cooper - repórter fotográfica que, com sua câmera, flagra um crime de morte dentro de um parque público. 

Will Stone - condenado por assassinato, foge da Penitenciária Estadual da Califórnia. Um homem desesperado, com uma ideia fixa em mente: encontrar Kelly Cooper, que com seu depoimento no tribunal o jogou na prisão.

No meio da noite, em sua cama, Kelly recebe uma visita inesperada. Seqüestro! O acerto de contas entre um homem e uma mulher cujas vidas estão nas mãos uma da outra. Logo Kelly percebe que a mais perigosa das ameaças de Will é o magnetismo de seus olhos castanhos, sua perturbadora masculinidade... 



Palavras de uma leitora...


- Se me perguntassem, neste instante, qual é o meu livro favorito da Sandra Canfield, eu não saberia dizer qual é. Talvez no passado eu soubesse, mas hoje não. Pensando nas outras três histórias que li dessa maravilhosa escritora, não consegui me decidir. Consegui lembrar do casal de Estigma de Mulher (lembra da mocinha que  foi estuprada por um filho da pontualidade e considerada culpada pelo próprio estupro? Se não me engano, ela acaba se envolvendo com um político tudo de bom que cicatriza suas feridas. Acho que ela era repórter.), Lição de Ternura (a mocinha tinha um sério problema de saúde e mal conseguia andar. Sua vida era um pesadelo desde que ela era bem jovem. Seu destino acaba cruzando com o destino de Patrick, um TDB, que não a deixa afastá-lo assim tão fácil. Ele luta por ela e juntos conseguem lidar com o problema da mocinha e ser felizes) e  Corações Cativos (a mocinha recebe a notícia de que seu marido foi assassinado, acidentalmente, por um policial. Ela estava grávida quando recebeu essa notícia. Isso antecipa o nascimento do seu bebê, que passa a correr sérios riscos de vida, já que nasce prematuramente. Mesmo contra toda a possibilidade, ela acaba se apaixonando pelo homem que matou seu marido. Claro que ela não sabe que ele matou seu marido... no início. Só descobre depois e não reage muito bem. Porém a história mesmo assim tem final feliz.). Um estupro que marca, uma doença que atormenta há anos, um assassinato acidental e o recomeço de duas vidas após o crime... E agora, a história de um homem acusado de assassinato e condenado por esse crime. Histórias diferentes, mas tocantes como a Sandra Canfield sabia bem escrever. Não dá para eu escolher uma preferida. Sinto que estaria sendo injusta com as histórias.rsrs... 



"Abrir o coração para mostrar os sentimentos a quem quer que fosse era o caminho mais curto para a dor e o sofrimento. Certas pessoas, como abutres, se alimentavam do sofrimento alheio e viviam à espera de um momento de vulnerabilidade que lhes permitisse atacar e destroçar suas presas."


Um pequeno resumo:


Um passado que marcou... Uma ferida que não sara.


Will Stone só tinha certeza de uma coisa na vida: era um perdedor, um lixo. Alguém que não deveria ter nascido e sequer merecia o carinho, a consideração de alguém. E quem lhe mostrou essa "verdade" foi seu próprio pai, de um modo muito "gentil". 

De tanto ouvir as mesmas palavras, Will passou a acreditar nelas e isso, somado com a vida difícil, contribuiu para fazê-lo perder a esperança de vir a ser alguém, de ter uma vida melhor. Assim, ele joga fora os próprios sonhos e passa a levar uma vida solitária e difícil. Mas, se soubesse o que ainda lhe esperava, acreditaria que sua vida anterior era um mar de rosas...

Após receber uma ligação um tanto estranha do seu irmão, seu único parente vivo, Will acaba decidindo ir para San Francisco. Ao chegar lá, percebe que seu irmão está metido em algo muito sério e que poderá trazer graves consequências. Mas ele sequer tem tempo de descobrir o que é. Logo após sua chegada, um assassinato acaba acontecendo e ele é condenado por ele, graças a ajuda de Kelly Cooper, uma repórter fotográfica, que registra o momento no qual ele está perto do corpo, limpando a arma e com as mãos manchadas de sangue. Sangue da vítima. 

Durante o julgamento, Will permanece calado, sendo considerado assim um Homem de Pedra, apelido que o persegue durante os longos meses de prisão. 

Após receber a notícia de que seu irmão está morto, Will decide fugir e ir atrás da mulher que ajudou a condená-lo. E assim, inicia-se uma complicada história de amor e vingança...



- Falei demais? Creio que não.rsrs... Como já perceberam, Will é condenado por um crime que não cometeu  e após descobrir que seu irmão está morto (possivelmente assassinado), resolve fugir da prisão em busca de vingança. 

"Eu não posso ir com você."
Kelly colocou as mãos na cintura e prosseguiu:
— Tenho compromissos marcados!
— Bem, isso é mesmo uma pena. — O tom de Will era ríspido e demonstrava insensibilidade. — Sabe, moça, o primeiro mandamento do seqüestrador diz que o refém deve cancelar todos os seus compromissos anteriores.
— Oh, então é isso o que eu sou? Uma refém?
— Pois é, moça. Ao menos essa parte você entendeu!
— Quer fazer o favor de parar de me chamar de moça! — Kelly gritou. — Olhe aqui, tenho um contrato a cumprir e, se eu não aparecer, muitas pessoas vão ficar preocupadas, imaginando onde estou!
— Lidaremos com esse problema mais tarde. Agora cale a boca e trate de se vestir! — Will apontou a camiseta que ela usava para dormir. — Você escolhe, moça: ou se veste sozinha ou eu mesmo irei fazer isso.
Kelly não tinha a menor dúvida de que ele seria capaz de cumprir a ameaça. Furiosa, entrou no banheiro e bateu a porta com toda a força.
— Não vai se sair bem desta, Will Stone. Você sabe disso! — ela resmungou..."



- Mas não é de Kelly que ele pretende se vingar... Will suspeita de que seu irmão caiu numa armadilha e acabou morto por isso. Ele, então, planeja descobrir quem são os culpados e fazer justiça com as próprias mãos. 

- Will me conquistou quase desde o início. E quanto mais fui conhecendo-o, mais fiquei envolvida. Diferente dos outros mocinhos que conheci da autora, ele não é bem-sucedido financeiramente. Pelo contrário, é muito pobre e extremamente marcado pelo passado. É como se o passado não tivesse ficado para trás. Como se o presente não existisse. Em muitos momentos, consegui ver o menino sofrido, como se ele não tivesse crescido. Como se ainda estivesse ali, aguardando o arrependimento do pai. Implorando para ele deixar de feri-lo tanto e passar a ter orgulho dele. No vazio dos seus olhos, a gente consegue enxergar a dor que não o libertou, apesar do passar dos anos. Existem coisas que nos marcam. E a infância pode ter um enorme peso no futuro. É lá que a personalidade começa a ser desenvolvida e certos acontecimentos podem impedir a pessoa de avançar. E Will não conseguiu avançar. Ele ficou preso ao passado, como se estivesse acorrentado. Como se não houvesse a menor possibilidade de se libertar. Não o condeno por não ter tentado. Não houve uma só pessoa que tivesse lhe dado forças e motivos para tentar. Existem pessoas que precisam do incentivo de alguém, de alguém que acredite nelas e diga que elas são capazes de ir além. Na verdade, creio que todos nós precisamos disso. Precisamos de alguém que nos dê forças. Will não teve ninguém que lutasse por ele. Então, não posso julgá-lo por ter desistido. Só posso lamentar, pois ele poderia ter ido muito além. Tinha potencial para ser alguém tão bem-sucedido quanto os outros mocinhos da autora. Porém, o fato dele não ser, não o faz menos digno do meu amor. E nem do amor de Kelly. A pessoa não deve ter valor pelo que ela tem e sim pelo que ela é. E Will é um homem maravilhoso. Sensível, romântico e tão carente que nos faz desejar colocá-lo no colo e protegê-lo do mundo. 

- Kelly é o oposto de Will. Rica, bem-sucedida, uma mulher de sucesso que já recebeu inúmeros prêmios por seus trabalhos. Ela tem tudo que muitas mulheres gostariam de ter. É um sucesso e conseguiu tudo isso batalhando muito. Se dedicando 100% aos estudos e à carreira. Porém, ela não tem algo que necessita com desespero: a felicidade. Todo esse sucesso não passa de um grito desesperado por atenção, pela aprovação do pai que já faleceu há anos. Como Will, ela também nunca soube o que é ter um pai de verdade e o pai dela só lhe dedicava uma migalha de atenção se ela fosse bem-sucedida em tudo. Se ela fosse motivo de orgulho. Se não errasse... NUNCA. Ela tinha que ser perfeita, a filha ideal, a que tirava as melhores notas e nunca errava em nada. Mesmo assim, toda a atenção que ele podia lhe dar era ao dizer que ela era seu orgulho. Durante a maior parte do tempo, ele estava ausente, se dedicando à própria vida e esquecendo que tinha uma filha que dependia dele. E quando Kelly, acidentalmente, derramou café num de seus trabalhos, ele simplesmente se afastou. A deixou sozinha sem sequer se despedir. Porque ela tinha errado. Porque, com sete anos de idade, ela não conseguiu impedir o café de cair no trabalho dele. Porque cometeu uma falha. Esse acontecimento marcou profundamente a vida de Kelly. Ela passou a acreditar que para ser amada, não podia errar. Que no momento em que errasse, as pessoas deixariam de amá-la. E é essa convicção que faz Kelly pedir o divórcio ao marido. Mesmo sem ter essa intenção, ela fez todo o possível para estragar o próprio casamento e acabou decidindo desistir dele, antes que seu marido resolvesse deixá-la. Como não suportaria ser abandonada novamente, ela decidiu tomar a iniciativa. Embora fosse um sucesso profissionalmente, era um fracasso quando se tratava de relacionamentos. Simplesmente porque tinha medo de ser abandonada, como foi abandonada pelo pai (que vivia em função da carreira) e pela mãe (que faleceu quando ela tinha apenas doze anos). Sendo assim, apesar de todo o sucesso, Kelly é profundamente infeliz e sozinha, mesmo fazendo o possível para mostrar ao mundo que sua vida é perfeita. 

- Achei que a autora criou um casal que se combina completamente. Apesar de aparentemente serem diferentes, eles são mais parecidos do que conseguem enxergar no início. Ambos estão marcados pelo passado, desejando tê-lo de volta só para ouvir um pedido de perdão por parte de seus pais. Só para serem libertados pelas pessoas que deveriam tê-los ajudado a se preparar para o futuro e não simplesmente estragar toda a possibilidade de futuro para seus filhos. Só para ouvir um "me perdoe" da boca daqueles que deveriam tê-los protegido e os deixaram. Will e Kelly me comoveram. Consegui enxergar com clareza as duas crianças solitárias, chorando sozinhas e procurando entender por que seus pais não podiam amá-los pelo que eles eram. Por que era tão difícil para eles enxergarem que tinham filhos, que dependiam da atenção e do amor deles. Eu consegui enxergar isso e lamentei demais por essas duas crianças. É por causa de coisas como essas, que digo que existem pessoas que não deveriam poder ter filhos. 

- Eu achei essa história mais real do que muitos romances de banca que já li por causa dos problemas emocionais que o casal enfrenta. Torci muito pelo Will e não posso dizer que o final não me agradou. O achei perfeito. Creio que se fosse diferente, não seria tão real como foi para mim. Ao lado de Kelly tenho certeza de que ele irá conseguir se libertar totalmente daquilo que só o fez mal. E o mesmo posso dizer da Kelly. Apesar de terem conseguido avançar, graças ao amor que sentiam um pelo outro, ainda não estavam totalmente livres. Isso vem com o tempo. Mas avançaram, sim. E muito. Will descobriu que não era o perdedor que seu pai afirmava que ele era. Enxergou que Kelly o amava e nesse amor encontrou motivos para deixar de errar e recomeçar. E, ao descobrir que Will a amava, Kelly percebeu que nem todas as pessoas a amariam por seus prêmios, pelo seu sucesso. Will a amava pelo que ela era. A mulher corajosa, teimosa e guerreira. Assim, ela deixa de depender dos prêmios. Deixa de lutar desesperadamente por eles, como se só através deles pudesse vir a ser amada. Adorei o envolvimento entre o casal. Me diverti muito com os duelos verbais desses dois teimosos.rsrsrs... Apesar do sofrimento que eles enfrentavam, eram pessoas muito divertidas.rsrs... 


"— Dê-me algum dinheiro — disse ele vinte minutos depois, quando paravam diante de uma lanchonete na qual se podia fazer os pedidos sem sair do carro. Não podia se arriscar a deixar sua refém sozinha.
— Como assim, o que quer dizer com isso?
— Exatamente o que eu disse: dê-me algum dinheiro. Cinco dólares serão suficientes.
— Oh, ótimo! — Kelly abriu a bolsa com um gesto irritado. — Um seqüestrador barato era mesmo tudo de que eu precisava! É azar demais... Além de ser tomada como refém, sou obrigada a pagar as despesas para um aproveitador, um vagabundo, um...
— Quer fazer o favor de calar essa boca e passar logo o dinheiro, moça? — Will a interrompeu, severo, e estendeu a mão. — E fique sabendo que não sou nenhum aproveitador ou vagabundo. Lembre-se disso!
— Oh, então o senhor me desculpe pelo mau juízo — disse ela num tom sarcástico, ao extrair da carteira a quantia pedida."


"— Escute aqui, moça, é bom me obedecer!
— Está bem, Stone. — Kelly deu de ombros. — Mas devo dizer que você não é lá essas coisas como seqüestrador. Não tem a menor graça.
— Então estamos empatados, pois como refém você também deixa muito a desejar! — Ele recolocou a mangueira de combustível na fenda da bomba e fechou o tanque de gasolina do carro. — Agora trate de ficar quieta e me dê algum dinheiro, sim?
— Por que não? — ela perguntou, sarcástica, enquanto pegava a bolsa dentro do automóvel. — Afinal de contas, eu mesma imprimo estas notas na garagem de casa, nos meus dias de folga... Sinto muito, mas tudo o que tenho na carteira são estes dez dólares — Ela balançou a nota no ar, com visível satisfação. — E agora, o que vamos fazer? Ah, já sei! Que tal assaltarmos esta espelunca? Vamos lá, é a nossa chance de brincar de Bonnie e Clyde!"


- Eu não sei quanto a vocês, mas eu me diverti muito com cenas como essas.rsrsrs... Chegava a gargalhar aqui em casa em alguns momentos. Will não levava o menor jeito para sequestrador.kkkkkkk... E a Kelly, se tivesse sido sequestrada por um bandido de verdade, já estaria debaixo da terra há séculos. Não sabe se comportar como uma refém ajuizada.rsrsrs... 

- O livro é totalmente digno de cinco estrelas e já faz parte dos meus favoritos. Recomendo e muito essa história! Para aqueles que gostam de um romance leve e divertido (como disse, apesar dos dramas o livro é divertido e também é leve), é uma ótima escolha. 

"— Não, Kelly... Você não faria isso — disse ele, com a voz embargada pela emoção —, simplesmente porque não é mais a garotinha solitária, desesperada por um pouco de atenção. Agora você sabe que seu pai não era perfeito pois, se ele fosse, teria sabido reconhecer as necessidades da filha e tentado corresponder a elas. E se ele não tinha que ser perfeito para que o amasse, por que você teria que ser? O amor não exige perfeição, Kelly. Se fosse assim, você não estaria amando um sujeito como eu!"


E para me deixar totalmente desesperada, o livro possui continuação. Não sei qual é o título do livro que o continua e nem se o livro chegou a ser publicado no Brasil. Tenho que pesquisar.rsrs... 


- Para conhecer as resenhas dos outros participantes clique AQUI. Eu recomendo que vocês realmente confiram as resenhas, pois quando o tema é mocinho que sequestra mocinha, existem histórias bem interessantes.rsrs... 

- E não poderia esquecer de dizer que essa história foi indicação da minha querida amiga Carlita (ela se chama Carla, mas eu a chamo de Carlita. Eu posso!rsrsrs...). E uma ótima indicação, com certeza! Amiga, eu amei o livro! Depois de reler O Morro dos Ventos Uivantes, precisava ler uma história assim.rsrs... Gracias! 


Bjs e Feliz Páscoa para todos vocês, seguidores ou não do Emoções à Flor da Pele! Não esqueçam o real significado da Páscoa! Ok?!

7 comentários:

Carla disse...

Tb adorei esse livro, amiga. E adorei a sua resenha.

Mas, tem continuação? Pensava que ele era isolado. Pelo menos eu nunca encontrei informações em contrário.

bjs!

Luna disse...

Gracias, Carlita!


Bem, no final do livro está a informação de que esse foi o sétimo livro escrito pela Sandra Canfield e o primeiro do qual ela escrevia uma continuação. Por isso, acredito que tenha uma continuação sim. Só não sei se o casal é protagonista do outro livro também.


Bjs!

Carla disse...

Fui investigar e achei num forum uma menina mencionado qual o livro que é sequela desse. Foi difícil porque não aparece nos sites onde costuma ter essa informação.

O livro no original se chama "Proof Positive" e acredito que nunca foi publicado no Brasil. Os mocinhos não são os mesmos. A sinopse não refere o nome da mocinha pois ao que parece ela tem amnésia e o mocinho tem uma agência de detetives. Ela o procura para que ele a ajude a descobrir a própria identidade. O nome do mocinho é Mitchell Brody.

Bjs

Anônimo disse...

Vc tem razão...ri muito com os trechos que vc colocou.

bjs,

Moniquita

Luna disse...

Olá, Carlita!


Muito, muito obrigada, amiga! Creio que eu nunca descobriria esta informação. Minha dívida com você só aumenta!kkkkkkk...

Lembra que no livro do Will e da Kelly aparece um detetive falido? Ele era policial, mas foi obrigado a se aposentar depois de ter sido acusado de aceitar suborno. Só que ele era inocente. Mesmo assim, sua esposa o abandonou, levando com ela o filho deles que agora tem um novo pai. O mocinho dessa continuação, é o Mitch, do qual estou falando. Não pude esquecer o nome, pois também gosto dele.rsrs... Ele passa por uma situação muito difícil no primeiro livro. Tem que lutar contra o álcool e a depressão que ameaça engoli-lo. Espero poder um dia ler o livro dele. Eu digo: definitivamente tenho que aprender a falar inglês.rsrsrs... E nessa continuação, com certeza saberemos como está a vida do Will e da Kelly. :D


Bjs!

Carla disse...

Ah, então agora já faz sentido! kk

Não tem dívida nenhuma comigo, amiga. É um prazer fazer essas descobertas, elas beneficiam todas nós.

Acabei por encomendar um livro dela em inglês pois não o achei nem mesmo em ebook. É um livro em que a mocinha é surda (e cresce a minha convicção de que a Catherine Anderson se inspira na Sandra Canfield.. lembra de "A Canção de Annie"? é um histórico mas a mocinha tb é surda. Começam a ser demasiadas coincidências..kkk).

bjs

Luna disse...

Sim. São coincidências demais.rsrs... Acho muito boa essa inspiração. Ela escolheu a escritora certa e, como a Sandra Canfield, também escreve histórias maravilhosas!


Bjs!

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