O AMOR VERDADEIRO JAMAIS MORRE!

O AMOR VERDADEIRO JAMAIS MORRE!
O coração de uma mulher é um oceano de segredos

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Um Marido... E Um Bebê? - Penny Jordan


(Título Original: The Blackmail Baby
Tradutora: Elizabeth A. Bueno
Editora: Nova Cultural
Edição de: 2002)


MAIS DE TRÊS MILHÕES DE DÓLARES... PARA DORMIR COM O MARIDO... E TER UM FILHO DELE!?

O que Maggie mais queria na vida era ser a esposa de Patrick Barrington! Mas no dia do casamento, uma chocante revelação mudou tudo, e ela fugiu da vida de seu marido...

Quatro anos mais tarde, ao saber que Maggie precisava de dinheiro, Patrick fez uma proposta ultrajante: mais de um milhão de dólares se ela voltasse para ele... e mais outro milhão e um pouco mais se ela desse à luz um filho seu!



Palavras de uma leitora...


- As coisas colocadas da maneira como estão na sinopse não são lá muito agradáveis, certo? Claro que não. Mas acontece que a história não aconteceu exatamente assim. Não era uma questão de dinheiro em troca do corpo e de um filho. Era mais uma questão de agarrar qualquer oportunidade que tivesse para ter de voltado aquilo que ela havia deixado para trás. Que ela tinha abandonado quatro anos antes... Mais que tudo, era pedir uma segunda chance. 

" - Acho que o odeio, Patrick - sussurrou, trincando os dentes. Depois, se corrigiu: - Não, eu sei que o odeio."

Maggie mal poderia recordar um momento de sua vida em que Patrick não estivesse. Desde que ela era criança, ele estivera presente, ensinando-a andar de bicicleta... preenchendo os seus dias e tornando-a totalmente dependente dele. De seu sorriso, de seu abraço, de sua companhia. E foi mais do que natural para ela se apaixonar... de uma forma que não conseguia ocultar de ninguém, muito menos dele. Mas seu amor não parecia correspondido, já que Patrick fazia o possível para ignorar o que ela tão inocentemente lhe oferecia. Até a morte de seu pai... quando para todos parecia apropriado um casamento entre os dois, embora Maggie tivesse apenas dezoito anos. Todos esperavam que Patrick retribuísse a confiança que o pai de Maggie depositara nele ao longo dos anos, casando-se com ela e tornando-se seu protetor. 

Porém, poucos instantes após o casamento, ao ouvir algo que fizera em pedaços o seu coração, Maggie fugiu. Para longe da casa que a madrasta decidira vender, para longe das lembranças do tempo em que era feliz ao lado dos seus pais, para longe de seu país e, sobretudo, para bem longe de Patrick, pois ela sentia que se passasse mais um só segundo ao seu lado, acabaria não suportando. Porque nenhuma dor poderia se comparar com a que ela sentira após descobrir que ele não passava de uma grande mentira. Que tudo que ela tinha compartilhado com ele não passou de uma ilusão. Apenas isso... uma ilusão... que ela teria amado viver para sempre...

"Patrick virou-lhe as costas e ficou olhando a escuridão da noite pela janela do quarto.

- Pode me odiar o quanto quiser, mas, mesmo assim, vai me dar um filho, Maggie."


- Agora... quatro anos depois... quando ela acreditara que tinha conseguido matar todo o amor que sentia por ele... Patrick reaparece em sua vida, exigindo aquilo que ela lhe negara. E se Maggie fosse bem sincera consigo mesma, admitiria que esperara, ao longo de todo aquele tempo, que ele fizesse exatamente isso. Que estivesse disposto a recuperá-la, custasse o que custasse. Ela tinha a chance de recusar... poderia pegar um avião e voltar para sua vida tranquila e segura, ao lado das crianças que ela tanto amava... ou poderia ficar... e ter aquilo que só tivera em seus sonhos... A escolha era sua. 

- Eu não gostei muito da sinopse desta história, porque se fosse por ela eu nem leria o livro. Li o livro apenas por ser da Penny Jordan e posso dizer que não me arrependi. A história é tão querida como a que li recentemente. Tem aquela mesma simplicidade dos livrinhos que tanto preencheram os meus dias no passado. E o Patrick me fez lembrar de vários outros mocinhos da PJ. :D Os de verdade, sabe? Não aqueles ogros que ela sabia criar às vezes.rsrs...

O amor do Patrick pela Maggie é lindo e fiquei muito triste por todo o tempo que eles perderam pelas mentiras e intrigas de uma pessoa que qualquer um poderia perceber que não valia absolutamente nada. Não pude deixar de considerar a Maggie uma grande imbecil por ter dado ouvido às mentiras daquela mulher. Mas eu até a compreendo. A outra conhecia bem a nossa mocinha. Sabia exatamente o que dizer para magoá-la e colocar dúvidas em sua cabeça. Era especialista em manipular as pessoas. E fez o próprio Patrick se condenar, por dizer a coisa errada e no momento errado, fortalecendo as mentiras que ela havia contado para a Maggie. O coitado sequer sabia o que tinha feito. Quando percebeu... já era tarde demais. 

Mas a verdade é que nenhum dos dois estava preparado para um casamento, quatro anos antes. Por mais que se amassem, estavam inseguros e confusos. Com muito medo de um relacionamento mais sério. Patrick se sentia culpado por amá-la, achava que ela era muito jovem e que merecia a chance de viver antes de se prender a ele. Ainda que deixá-la livre pudesse significar perdê-la. E Maggie, apesar de amá-lo, era realmente muito jovem e imatura, facilmente influenciável e de modo algum preparada para as responsabilidades que assumiria ao se casar com ele. Eu tive a sensação de que ela sempre tinha desejado fugir... e que apenas se aproveitou da oportunidade que apareceu para fazê-lo. Ambos estavam apavorados e precisavam crescer antes de ficar juntos. Aqueles quatro anos foram essenciais para eles adquirirem a maturidade necessária. 

Enfim... Eu adorei a história e fiquei torcendo para que aquela víbora acabasse se dando mal, depois de todo veneno que tinha distribuído. Mas as autoras insistem em esquecer-se de punir os vilões. É uma mania que elas têm.rs 

Achei que o livro tinha que terminar exatamente como terminou. Foi um final perfeito. :)

domingo, 14 de setembro de 2014

Tua Esposa, Teu Destino - Penny Jordan


(Título Original: The marriage demand
Tradutora: Maria Luiza Felizardo
Editora: Nova Cultural
Edição de: 2002)

AMOR, HONRA E... VINGANÇA!

O milionário Nash Connaught sabia alguma coisa sobre Faith que poderia custar a ela seu emprego. E a ameaçava com esse obscuro segredo... Ele nunca pretendera recorrer a chantagem para levá-la para a cama ... Mas a tentação que os dois sentiam era forte demais ...

Faith era virgem ... até então. A reação de Nash foi insistir em casar-se com ela. Mas seria por respeito que faria isso?
Ou seu gesto não passava de uma estratégia para se vingar do que acontecera dez anos antes?



Palavras de uma leitora...


"Era assustador o poder que um único evento tinha de mudar o destino de uma pessoa."


- Aos quinze anos de idade, numa das fases mais lindas e complicadas da vida de uma pessoa, Faith passou por situações que nem sequer uma mulher adulta enfrentaria com facilidade. Como se já não bastasse toda a confusão que fazia parte da sua vida, ela se viu de repente sozinha, num orfanato, desprezada e invejada pelas colegas, longe de casa, do que ela tinha como certo e seguro. Sua mãe havia adoecido seriamente e necessitava ser operada. Não havia ninguém que pudesse cuidar de Faith durante o período em que a mãe estivesse hospitalizada e por isso a única opção foi deixá-la naquele orfanato. Uma decisão que marcaria para sempre a vida de Faith...

Apavorada e deprimida pelas mudanças bruscas que estavam ocorrendo em sua vida e preocupada com a possibilidade de nunca mais ver a mãe, Faith fazia todo o possível para ignorar a implicância e ameaça das outras meninas, que a odiavam porque ela era inteligente, esforçada e bonita. Mas foi durante uma excursão que sua vida realmente mudou. E para sempre. 

O orfanato providenciou uma visita a uma mansão próxima e Faith fez parte do grupo que teve permissão para visitá-la. Enquanto os outros não viam a hora de ir embora, Faith ficou encantada com cada obra de arte, com cada detalhe fascinante do lugar, e assim chamou a atenção do proprietário, um senhor que enxergou nela muito mais do que qualquer pessoa tinha enxergado. Alguém que a compreendia e parecia saber o que se passava no interior daquela menina. Sensibilizado por sua história, decide convidá-la para passar o verão com ele e seu afilhado. Um convite que a surpreendeu e a fez fugir do inferno no qual ela estava vivendo. Mas os dias de profunda felicidade que ela viveu naquele lugar... logo se transformaram num terrível pesadelo. E assim... dez longos anos se passaram. Até que o destino decidiu que era hora de ela desenterrar aquele passado... e acertar tudo que havia ficado pendente. 

"Era impossível decidir qual das emoções a atingia com mais intensidade, se a raiva ou a dor."

Ela é agora uma mulher independente, madura, realizada em sua profissão, mas as marcas daquele passado ainda eram capazes de impedi-la de seguir em frente. Ela ainda pensava nele... no homem para o qual havia entregado o seu coração e que o fizera em pedaços. Na pessoa em quem ela confiara e acreditara que a ajudaria no momento em que ela mais precisava. Mas ele havia sido o primeiro a lhe virar as costas... e Faith não sabia se um dia seria capaz de esquecer... 

"Um turbilhão de sensações invadiu seu peito. Tinha medo de imaginar o que mais Nash estaria disposto a revelar e sabia que a situação o divertia, que o grande prazer daquele homem era vê-la sofrer. Se possível, destruí-la."

Nash agora estava de volta... Disposto a cobrar uma dívida que ele acreditava que ela possuía. Disposto a destruir tudo aquilo que ela levara anos para construir. Ele queria vingança e não descansaria enquanto não a fizesse sofrer o mesmo que ele havia sofrido por sua causa. Mas... por trás de todo esse ódio, de todo esse rancor, existe algo muito mais profundo e intenso. Um sentimento que ele negara muitas vezes ao longo de sua vida. Mas que permanecia ali.... dentro do seu coração. 

O destino estava lhes dando mais uma chance... Seriam eles capazes de aceitá-la? Ou o orgulho e o ressentimento acabariam por matar de uma vez aquele amor que já havia sido tão machucado?


- Eu li essa história em poucas horas. Na viagem de ida e volta dentro do ônibus.rsrs... É uma história curtinha e adorável, que matou a saudade que eu sentia desses romances. Que me levou de volta a uma outra época da minha vida. Uma época da qual eu sinto bastante falta.

 Ler esse livro foi uma experiência incrível, que me fez viajar e lembrar... Lembrar de muitas e muitas coisas. Durante a leitura, vários outros livrinhos da série Bianca, Sabrina, Julia, Florzinhas, passaram pela minha cabeça. Vários livros da própria Penny Jordan, uma autora que carrego no coração e que sempre sofrerei por sua partida. Por uns instantes, era como se eu estivesse de volta ao passado... à época em que esses livrinhos me fizeram tanta companhia. Aos momentos em que eles foram meus melhores amigos e eu era incapaz de me desgrudar deles.rsrsrs... Enfim... Creio que estou meio melancólica hoje.kkkkk... Mas quem não sente saudades de bons momentos, de lindas histórias? Eu sinto. Por mais que belas, profundas e marcantes histórias ainda estejam me esperando... por mais que eu ainda tenha muitas histórias maravilhosas para conhecer... sinto saudades daquelas que conheci. Daquelas que fazem parte de mim de uma maneira ou de outra. Eu queria simplesmente reviver aqueles momentos. 

Mas vamos voltar ao livro...rsrsrs... Como eu disse, é uma história adorável, um romance simples, mas encantador por essa simplicidade. A história de duas pessoas que se apaixonaram no momento errado e que se separaram de uma maneira muito triste, cada um carregando muita mágoa do outro, acreditando que o outro lhe traiu, que apenas se aproveitou da confiança depositada, do amor que havia sido dado. Faith era apenas uma menina de quinze anos quando se apaixonou por Nash, um jovem alguns anos mais velho que ela. Abalada por todas as mudanças que tinham ocorrido em sua vida, ela estava vulnerável e apaixonada, querendo encontrar em Nash a segurança, o amor que ela tanto buscava. Um amor que era correspondido, embora ela não soubesse. Desde o momento em que Nash havia conhecido aquela menina, algo intenso tinha começado a provocar uma grande confusão dentro dele, mas ele não se permitia admitir o que sentia. Não ainda. Não enquanto ela fosse tão jovem e tão inexperiente. Não poderia aproveitar-se do momento pelo qual ela estava passando. Seus planos eram esperar... esperar que o tempo passasse, que Faith crescesse e se tornasse a mulher que ele sabia que ela se tornaria. Só que muita coisa acontece e cada um segue por um lado... só que um reencontro era inevitável.rsrsrs... E é justamente aí que a história começa. Quando o destino os coloca novamente num mesmo caminho.

- Não vale a pena contar certas coisas, porque a história é bem curta e se eu falasse mais, acabaria por contar todo o livro.kkkkkkkk...Enfim... Eu amei a leitura. Porque ela me provocou lembranças maravilhosas. E também porque a história em si é muito bonita, romântica e doce. Do jeitinho que eu estava precisando.kkkkkkkk...


domingo, 31 de agosto de 2014

Quisiera Poder Olvidarme de Ti - Luis Fonsi



- Existem pessoas que nos marcam a vida. É algo que se passa com todo mundo pelo menos uma vez, ou não. Na vida de todos nós sempre aparece aquele alguém que fica mesmo depois de ir embora. Que nem sequer a nossa força de vontade é capaz de apagar de nossas lembranças, do nosso coração. E o passar dos anos em nada contribui para diminuir a saudade que sentimos. Para diminuir o sentimento que um dia acreditamos que logo deixaria de existir. Do qual pensávamos que seria fácil nos livrar. 

Às vezes até conseguimos esquecer... Seguimos com nossas vidas, nos livramos de tudo que poderia nos faze recordar daquele alguém... até mesmo evitamos as músicas que de uma forma ou de outra poderiam despertar lembranças. Até mesmo evitamos passar por lugares que testemunharam que aquele alguém um dia fez parte da nossa vida. E conseguimos. Conseguimos esquecer. Somos capazes de sorrir, estudar, trabalhar, até passarmos por certos lugares e não lembrarmos o que tais lugares representam. Somos capazes de respirar e viver sem sequer um vestígio de lembrança. E dias, semanas e até mesmo meses se passam sem que recordemos que alguém nos falta. Que existe um vazio. E então... num dia qualquer... quando você está mais feliz e cheia de planos... quando nada parece capaz de apagar o sorriso do seu rosto... quando você sente que nenhum problema é realmente importante... a coisa mais boba, a palavra mais insignificante... é suficiente para trazer de volta tudo aquilo que você tinha certeza que não poderia te fazer sofrer mais. E aí é como se tudo tivesse se passado no dia anterior. Como se vários anos não te separassem daquele acontecimento... daquele adeus. As lágrimas retornam... quentes. Dolorosas. Incapazes de aliviar a dor que as lembranças despertam. Apenas isso: "despertam." Porque na verdade dores assim nunca vão embora. Nossas defesas apenas tratam de escondê-las dentro de nós. De negá-las. 

Mas o pior de tudo não é recordar que um dia alguém fez parte de sua vida e foi embora. Não. Não é isso que mais dói. O que mais machuca é saber que aquele alguém partiu por sua culpa. E saber que nenhum arrependimento poderá trazê-lo de volta. E tudo que você mais suplica, sem saber a quem realmente, é que lhe seja permitido esquecer. É que você seja capaz de esquecer. É que você seja capaz de apagar cada momento, que eles deixem de fazer parte do seu passado, por mais belos que tenham sido. Mas as lembranças retornam... uma, duas, dez mil vezes mais. 

Quisiera Poder Olvidarme de Ti...







terça-feira, 5 de agosto de 2014

Amores de Cristal - Luja



Imagem retirada do Google Imagens



- Os livros nunca foram minha única paixão. A principal sim, mas não a única. Sempre fui apaixonada por novelas, filmes, séries e... músicas. Creio que depois dos livros o que mais me toca, mais me fascina é a música. Algumas delas são ótimas para me fazer rir quando mais necessito. Outras me fazem dançar ou cantá-las em voz alta, desejando que o mundo inteiro seja capaz de amá-las como eu as amo. Algumas me fazem refletir sobre situações nas quais muitas das vezes não quero pensar. E tem aquelas... as que ouço com mais frequência (risos) que me emocionam ao ponto de me arrancar muitas lágrimas. Que provocam um choro que vem de dentro da alma. E mesmo me fazendo chorar tanto, me emocionar tanto... são justamente aquelas que mais amo. Vai entender!rsrsrs... Amores de Cristal é esse tipo de música. Linda, profunda e tocante. 

O que é amar? Não poder viver sem uma pessoa? Desejar mantê-la ao seu lado, mesmo que ela já não queira tal coisa? Ou desejar que ela seja feliz, ainda que isto lhe custe sua própria felicidade? Deixá-la partir... voar para outro lugar?  Um lugar do qual você nunca fará parte. Uma vida ao lado de alguém que não é você? Eu penso que essas duas maneiras de amar são intensas. Ráfaga amava tanto a Sheila, em A Carícia do Vento que não suportava sequer imaginar uma vida sem ela. A amava tanto, de um modo tão intenso e até doentio, que foi capaz de arriscar a vida dela e permitir que ela passasse por um sofrimento desesperador, porque não tinha forças para deixá-la partir. Era incapaz. E isso machuca muito os dois. Só lembrar-me de certas cenas me provoca angústia. Mas era assim que ele a amava. Não era saudável para nenhum dos dois. Creio que nunca será. Mas, à sua maneira, era amor. E tem aqueles que amam tanto, de uma forma tão especial, que são capazes de abrir mão da pessoa só para que ela seja feliz. Que a deixam em liberdade para que ela possa encontrar a felicidade, que não foi capaz de encontrar ao seu lado, em seus braços. Clayton e Whitney viveram algo assim em Whitney, Meu Amor. Por não suportar mais fazê-la chorar, fazê-la sofrer... ele a deixou partir. Ainda que isso o matasse por dentro. Felizmente, há um final feliz. Para os dois. Juntos. :) Mas nem sempre é assim... 



Te miro, respiras y duermes callada 
y un ángel me ve sonreír 
el tiempo se acorta y presiento, 
que pronto te irás 
despiertas, caminas y se hace un silencio 
que parte en pedazos mi fe 
tus ojos me anuncian de pronto, 
que aquí ya no estás 

Vuela mujer pasajera, con alma viajera, 
te llevas mi ser 
hay amores que brillan en la oscuridad 
que pasan a la eternidad, 
amores que nunca se dejan vencer, 
te elevan te hacen crecer 

Hay amores que sangran, que son de cristal 
tan fácil se pueden romper, 
amores que nada los puede atrapar, 
y debes dejarlos volar 

Invento historias, que solo un idiota podría volver a creer 
millones de veces perdono y vuelvo a ceder 
mi alma, que cuelga en un hilo, 
en tanto vacío, quiere gritar 

Hay amores que brillan en la oscuridad, 
que pasan a la eternidad 
amores que nunca se dejan vencer 
te elevan te hacen crecer 

Hay amores que sangran, que son de cristal 
tan fácil se pueden romper 
amores que nada los puede atrapar 
y debes dejarlos volar, 
hoy te dejo en libertad

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