O AMOR VERDADEIRO JAMAIS MORRE!

O AMOR VERDADEIRO JAMAIS MORRE!
O coração de uma mulher é um oceano de segredos

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Amores de Cristal - Luja



Imagem retirada do Google Imagens



- Os livros nunca foram minha única paixão. A principal sim, mas não a única. Sempre fui apaixonada por novelas, filmes, séries e... músicas. Creio que depois dos livros o que mais me toca, mais me fascina é a música. Algumas delas são ótimas para me fazer rir quando mais necessito. Outras me fazem dançar ou cantá-las em voz alta, desejando que o mundo inteiro seja capaz de amá-las como eu as amo. Algumas me fazem refletir sobre situações nas quais muitas das vezes não quero pensar. E tem aquelas... as que ouço com mais frequência (risos) que me emocionam ao ponto de me arrancar muitas lágrimas. Que provocam um choro que vem de dentro da alma. E mesmo me fazendo chorar tanto, me emocionar tanto... são justamente aquelas que mais amo. Vai entender!rsrsrs... Amores de Cristal é esse tipo de música. Linda, profunda e tocante. 

O que é amar? Não poder viver sem uma pessoa? Desejar mantê-la ao seu lado, mesmo que ela já não queira tal coisa? Ou desejar que ela seja feliz, ainda que isto lhe custe sua própria felicidade? Deixá-la partir... voar para outro lugar?  Um lugar do qual você nunca fará parte. Uma vida ao lado de alguém que não é você? Eu penso que essas duas maneiras de amar são intensas. Ráfaga amava tanto a Sheila, em A Carícia do Vento que não suportava sequer imaginar uma vida sem ela. A amava tanto, de um modo tão intenso e até doentio, que foi capaz de arriscar a vida dela e permitir que ela passasse por um sofrimento desesperador, porque não tinha forças para deixá-la partir. Era incapaz. E isso machuca muito os dois. Só lembrar-me de certas cenas me provoca angústia. Mas era assim que ele a amava. Não era saudável para nenhum dos dois. Creio que nunca será. Mas, à sua maneira, era amor. E tem aqueles que amam tanto, de uma forma tão especial, que são capazes de abrir mão da pessoa só para que ela seja feliz. Que a deixam em liberdade para que ela possa encontrar a felicidade, que não foi capaz de encontrar ao seu lado, em seus braços. Clayton e Whitney viveram algo assim em Whitney, Meu Amor. Por não suportar mais fazê-la chorar, fazê-la sofrer... ele a deixou partir. Ainda que isso o matasse por dentro. Felizmente, há um final feliz. Para os dois. Juntos. :) Mas nem sempre é assim... 



Te miro, respiras y duermes callada 
y un ángel me ve sonreír 
el tiempo se acorta y presiento, 
que pronto te irás 
despiertas, caminas y se hace un silencio 
que parte en pedazos mi fe 
tus ojos me anuncian de pronto, 
que aquí ya no estás 

Vuela mujer pasajera, con alma viajera, 
te llevas mi ser 
hay amores que brillan en la oscuridad 
que pasan a la eternidad, 
amores que nunca se dejan vencer, 
te elevan te hacen crecer 

Hay amores que sangran, que son de cristal 
tan fácil se pueden romper, 
amores que nada los puede atrapar, 
y debes dejarlos volar 

Invento historias, que solo un idiota podría volver a creer 
millones de veces perdono y vuelvo a ceder 
mi alma, que cuelga en un hilo, 
en tanto vacío, quiere gritar 

Hay amores que brillan en la oscuridad, 
que pasan a la eternidad 
amores que nunca se dejan vencer 
te elevan te hacen crecer 

Hay amores que sangran, que son de cristal 
tan fácil se pueden romper 
amores que nada los puede atrapar 
y debes dejarlos volar, 
hoy te dejo en libertad

MUSICA.COM

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Desejo de Vingança - Lynne Graham

(Título Original: Roccanti´s Marriage Revenge
Tradutora: Daniela Yurica
Editora: Harlequin
Edição de: 2012)

 Casamentos Ordenados 1/3

Herdeira comprometida arrisca tudo por homem misterioso!

O plano de Vitale Roccanti era simples: seduzir a filha para atingir o pai. O que poderia dar errado? No entanto, a manchete que anunciava o sucesso de seu plano não proporcionava sequer metade da satisfação que tivera ao tocar Zara, muito embora a reputação dela estivesse destruída!



Palavras de uma leitora...


" - Seres humanos não são perfeitos - ela respondeu rapidamente, levantando um dedo fino para correr pelo rosto dele. - Não espero isso."

- Zara faria o que fosse preciso para ganhar a aprovação dos seus pais. Por isso, aceitara o pedido de casamento de Sergios Demonides, um bilionário que tinha negócios com o seu pai e desejava uma esposa para criar as crianças pelas quais ele se tornara responsável. Sergios não estava disposto a oferecer-lhe amor e nem estava interessado em dividir a mesma cama com ela e ter seus próprios filhos. Zara apenas serviria como uma mãe para as crianças, nada mais. Fidelidade não fazia parte do acordo. Pelo menos, não da parte dele. Ela sim deveria manter-se fiel e ser a esposa perfeita. Esquecer-se para sempre que era mulher e dedicar-se somente às crianças. Não era pedir muito, certo? Apesar de saber que estava mergulhando numa situação da qual não conseguiria mais sair e que a tornaria infeliz, Zara não se importara. Abrira mão de tudo para ser a filha que seus pais desejavam. Para conquistar o que buscara desde que era uma menina e que jamais encontrara. Para seus pais, ela não passava de uma estúpida. A que deveria ter morrido no lugar do irmão gêmeo. Se somente aceitando Sergios ela seria digna do amor dos pais, então ela assim o faria. Mas todas as suas escolhas ficam profundamente ameaçadas no momento em que ela conhece Vitale Roccanti, o único capaz de fazê-la conhecer o paraíso e o inferno... ao mesmo tempo

Vitale esperara anos para acertar as contas com o pai de Zara. Durante toda a sua adolescência ele alimentara o ódio que sentia pelo homem que destruíra a vida de quem ele mais amava no mundo e nem o tempo fora capaz de fazê-lo deixar de lado seu desejo por vingança. E agora que finalmente chegara o momento que ele tanto aguardara, não permitiria que a inocência daqueles lindos olhos azuis o fizesse voltar atrás. Talvez ela fosse inocente... talvez não tivesse nada a ver com aquela história... e, na realidade, ele nada tinha contra ela. Porém somente através dela, Vitale poderia ter o que desejava. Ainda que o gosto da vingança fosse puro fel. 

- Bem... Não encontrei nessa história nada do que eu esperava. Nada do que eu acreditava que encontraria. E isso não é necessariamente algo ruim. Quando soube do lançamento desse livro, dois anos atrás, imaginei que Vitale fosse mais um daqueles ogros que a Lynne Graham tão bem sabe criar. Achei que ele fosse mais um mocinho-vilão que eu desejaria matar, mas não sem antes fazê-lo comer o pão que o diabo amassou. Porém... as coisas não são bem assim. Vitale não é assim. Ele é um imbecil, disso não há dúvidas, mas sabe reconhecer seus erros e recomeçar. Tem humildade suficiente para admitir que errou, pedir desculpas e tentar consertar as coisas da melhor maneira possível. Eu odiei o que ele fez com a Zara. Odiei o fato de ele tê-la usado daquela maneira, sem se importar com os sentimentos dela e as consequências que sua atitude poderia ter na vida dela depois. Ele só pensava em si mesmo. Em conseguir a sua vingança. Nada mais. Só que eu já conheci mocinhos mil vezes piores e fui capaz de perdoá-los. Comparado com certos mocinhos (da própria autora), o Vitale é um anjo.rsrs...

Apesar disso, do fato do mocinho não ser a peste que eu imaginava, a história não me cativou. Talvez porque eu estava "prisioneira" de uma outra história, mas não acredito muito nisso, não. Porque bem antes de eu mergulhar nessa outra história, já estava "cansada" do livro. Ele não é ruim. É uma boa história, que possui seus encantos, mas é justamente essa a questão: é apenas uma "boa história". Nada além disso. É um livro para passar o tempo e eu não estava num humor para esse tipo de livro. Eu queria uma história que me provocasse sentimentos intensos, mesmo que fosse o ódio. Eu queria "sentir" a história e com esse livro foi impossível. Vitale e Zara não são personagens fortes, marcantes. Não mexem com a gente. É um casal do qual, infelizmente, esquecerei rápido. A história foi agradável, sim. Mas só isso. 

"- Eu costumava ver tudo em branco e preto. As pessoas, no entanto, raramente são boas ou más, geralmente são uma mistura dos dois e todos cometemos erros."


- Espero ter mais sorte com o segundo livro da trilogia. Da Lynne Graham, eu jamais desisto.rsrs... 

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Cinderela por uma Noite - Susan Mallery



Quando ocorreu um blackout em Grand Springs, Colorado, o alto executivo Jonathan Steele vivia uma noite movimentada. Primeiro, seu meio-irmão chantagista e sua cunhada são assassinados. Depois, Cynthia Morgan – aliás, “Cinderela” – ingere o veneno destinado a ele. Em 36 horas a vida de Jonathan muda para sempre, e ele se torna o responsável por seu sobrinho recém-nascido. Agradecida por ter sido salva, Cynthia se oferece para cuidar do bebê como babá temporária. Agora, Jonathan tem um novo desafio pela frente: resistir ao desejo de não ser mais um homem solteiro...



Palavras de uma leitora...


- Para Jonathan Steele, família é uma invenção do diabo. E ele não dizia tal coisa baseado em pré-julgamentos. Não. Muito pelo contrário. Em sua vida, tivera experiências suficientes para torná-lo um especialista no assunto. E ele podia afirmar, sem sombra de dúvidas, que a instituição familiar era uma invenção demoníaca. Algo criado apenas para atormentar a vida dos seres humanos. Não era à toa que ele se recusava terminantemente a ter esposa e filhos. Não cairia em tal armadilha. Estava muito bem em sua casa vazia, tendo como única companhia ele mesmo. Não tinha a menor intenção de permitir-se apaixonar por alguma mulher. Em sua vida, já tivera sua cota de sofrimento. Estava vacinado. 

Só que tudo muda radicalmente após uma festa... em que ele a conhece. Sua Cinderela. Uma jovem simples que o vê como um herói e que acaba, acidentalmente, ingerindo um veneno que havia sido preparado para ele. Nessa noite, toda a vida de Jonathan muda de maneira irreversível e ele passa a ser invadido por sentimentos que nunca desejou ou se julgou capaz de sentir. Ao vê-la entre a vida e a morte por sua causa, algo muito forte lhe rouba a paz e como se isso não fosse suficiente para fazê-lo se sentir no inferno, ele recebe três outras notícias terríveis: Seu único irmão tinha contrato um assassino de aluguel para matá-lo e assim ficar com tudo que era dele. Seu irmão e sua cunhada tinham sido assassinados naquela mesma festa. E... para fechar com chave de ouro: ele ganhara automaticamente a responsabilidade por um bebê que sequer conhecia. Seu sobrinho. Ele não precisava de mais nada em sua vida. Mas como toda desgraça sempre chama mais desgraça...rsrsrs... De repente, o silêncio e o vazio de sua casa é preenchido por vozes e gritos de crianças que o adoram e a instituição criada pelo diabo ameaça tragá-lo e fazer para sempre parte da sua vida. Para seu completo desespero.

- Era uma história que tinha tudo para ser um verdadeiro conto de fadas (foi justamente o fato da mocinha ser uma espécie de Cinderela que me fez querer ler a história), mas que passou bem longe disso e se tornou uma leitura extremamente cansativa e chata. Por mais que eu entendesse o Jonathan e seus dramas, eu achei que foi tudo muito exagerado. Em alguns momentos eu acreditei que ele necessitava de um psiquiatra e estava até pensando em recomendá-lo algum. Mas em outros momentos o que eu sentia era que ele precisava que a mocinha atacasse algo em sua cabeça (com bastante força até ouvir algo se partir) e que depois o deixasse sem pensar duas vezes. Ele sabia ser um canalha. E ainda conseguia culpar a mocinha por isso, mostrando-se como um coitado que avisou para ela não se envolver com ele. O Jonathan era muito engraçadinho. Sua boca dizia uma coisa, mas suas mãos diziam algo bem diferente. Ele queria a mocinha longe dele, mas era o primeiro a se aproximar, aproveitando-se bastante do fato de tê-la em sua casa, trabalhando para ele. Não gostei muito desse mocinho. Perdi foi a minha paciência com ele.

- E o que falar da mocinha?! Deus! Nem eu sou tão tonta como ela. A Cynthia conseguiu esquentar o meu sangue, de tanta raiva. Ela é bem o tipo de mocinha no qual o cara sapateia em cima com a maior facilidade. E a imbecil segue sorrindo como se nada tivesse acontecido. Não importava o que o mocinho fizesse, ela estava sempre ali para agradá-lo. Não era boa, era burra isso sim. As mocinhas de antigamente (da autora Lynne Graham) até eram estúpidas, mas até elas conseguiam ter mais atitude do que essa mocinha. Sabiam gritar sua raiva, atacar algo na cabeça dos mocinhos, ir embora, mandá-los para o inferno. Mas a Cynthia nem tentava! Tudo estava sempre muito bem para ela. Só sabia se lamentar e depois abrir sorrisos para o mocinho. Era definitivamente tudo que eu precisava para ficar irritada. Se essa era a intenção da história, então tenho que lhe dar os parabéns. 

Enfim... Depois de ler a trilogia As Irmãs Keyes da autora Susan Mallery, eu esperava muito do livro Cinderela por uma Noite. A trilogia das três irmãs que tentam se reaproximar depois de vários desentendimentos, ao mesmo tempo que buscam o amor para suas vidas, é maravilhosa. Amo os três livros. Por isso me decepcionei muito com esse livro. Não foi nada do que eu esperava.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

O Visconde que Me Amava - Julia Quinn


(Título original: The Viscount Who Loved Me
Tradutora: Ana Resende
Editora: Arqueiro
Edição de: 2013)

Série Os Bridgertons - 2/8

A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva.

Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela.

Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele.

Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.



Palavras de uma leitora…


“Ele inclinou-se para mais perto dela, deixando que o hálito quente roçasse sua bochecha.
Ela estremeceu. Ele sabia que isso aconteceria.
Sorriu com malícia e completou:
- Poucas coisas me agradam mais que um desafio.”

- Anthony Bridgerton estava acostumado a ter o que desejava. E se agora desejava arranjar uma esposa adequada para a posição de viscondessa e mãe de seus filhos, sabia que não teria a menor dificuldade. Mesmo levando-se em conta os três requisitos que a felizarda deveria preencher. Claro que ele não era nenhum ingênuo. Sabia que mulheres com cérebro estavam em falta em Londres (e talvez em toda a Inglaterra), mas como ele bem sabia: sempre, sempre mesmo, conseguia o que desejava. E encontraria, sem o menor esforço, a mulher digna de levar o seu nome. É quando ele ouve falar de Edwina Sheffield, o diamante da temporada. Ao conhecê-la, Anthony logo percebe que ela preenche, com perfeição, todas as suas exigências. Só existe um pequeno problema. Kate Sheffield. A irmã da sua escolhida. A mulher mais irritante que ele já tivera o desprazer de conhecer. A única que conseguia fazê-lo esquecer-se da educação que recebera dos pais e sentir ânsias de torcer o pescoço de uma mulher. O dela, é claro. Quando estava em sua presença, o pior dele era despertado. E Anthony mal podia se reconhecer. E por mais que não quisesse admitir… aquela mulher, a mesma que ele queria matar, despertava nele sentimentos ainda mais perturbadores. Algo que ele jamais sentira e com certeza não fazia a menor questão de sentir em toda sua vida. Kate Sheffield era tóxica. Uma droga das mais letais. Mas também a única capaz de fazê-lo descobrir o que era realmente estar vivo.

“Ela balançou a cabeça.
- Acho que minha opinião a seu respeito não pode piorar.
- Essa doeu. – Ele balançou um dedo na direção dela. – Pensei que a senhorita devesse estar se comportando da melhor maneira possível.
Kate olhou ao redor.
- Não conta muito se não houver ninguém por perto para me ouvir, não é?
- Eu posso ouvi-la.
- Com certeza o senhor não conta.”

- Quando comecei a leitura desta história, não sabia bem o que esperar.rsrs… Tinha me apaixonado perdidamente pelo livro O Duque e Eu e uma das coisas que eu mais desejava ao seguir lendo essa série era ver o Anthony sofrer. Nas mãos de algum irmão superprotetor e intrometido. Afinal de contas, ele tinha feito o meu Simon comer o pão que o diabo amassou nas mãos dele. Quem leu o livro da Daphne e do Simon sabe bem do que estou falando.rsrs O meu mocinho querido sofreu muito. E isso porque eles eram melhores amigos. Imagine se não fossem!kkkk… Eu ansiava pelo momento em que teria a minha vingança.rsrs… Em que veria esse cínico arrogante provar do próprio veneno. Mas isso não aconteceu. Pelo menos não da forma que eu imaginava.kkkkk… Ele não enfrenta a ira de um irmão superprotetor. Mas sim a de uma irmã superprotetora, que estava mais do que disposta a vê-lo a quilômetros de distância de sua irmãzinha querida. De preferência, gostaria que ele fosse para Marte ou para qualquer outro planeta. Quanto mais longe, melhor. O planeta Terra era pequeno demais para eles dois.kkkkkkkkkkk… E ela faz questão de mostrar claramente isso para ele. Nem sempre com palavras.rsrsrsrs…

“Talvez tenha sido pela postura casual de Anthony, ou pelo modo como ele coçava o queixo, fingindo refletir sobre a questão, mas a verdade é que alguma coisa se acendeu em Kate e, sem nem mesmo pensar, ela se lançou sobre ele, furiosa como nunca, e começou a bater em seu peito com os punhos.
- O senhor nunca vai se casar com ela! – gritou. – Nunca! Está me ouvindo?
Ele ergueu um braço para defender-se de um golpe no rosto.
- Eu teria que ser surdo para não ouvir.”

- Entendem agora o que eu quis dizer com o “nem sempre com palavras”?rsrsrs… E isso porque eu nem coloquei a cena em que ela morde a perna dele.kkkkkkkk… Ou as cenas nas quais ela pisa, de propósito, nos pés dele, mais do que disposta a mutilá-lo. Essa mocinha é, sem sombra de dúvidas, o tipo de mocinha que eu mais adoro.kkkk… Nenhuma mocinha seria mais perfeita para o Anthony, por mais que ele pensasse o contrário. Com ela, ele pagaria por todos os seus pecados. E com juros ainda por cima.kkkkk…

“- Acredito – respondeu ele em voz baixa – que a senhorita estava prestes a falar algo do qual poderia se arrepender em breve.
- Não – retrucou ela, com uma expressão pensativa. – Não acredito que arrependimentos estejam no meu futuro.
- Mas estarão – respondeu ele em tom sinistro.
Em seguida, segurou o braço dela e praticamente a arrastou para o meio do salão de baile.”

- Quando Anthony e Kate se conhecem, é ódio à primeira vista. Tenho que reconhecer que o Anthony tentou ser um perfeito cavalheiro (estou roubando o título do próximo livro da série.rsrsrs…) perto dela, mas Kate fez até o impossível para torrar a paciência dele.rsrs… Nossa mocinha já tinha uma opinião formada sobre o caráter dele e deixou mais do que claro que ele jamais entraria para sua família. Muito menos como marido da sua irmã. Como nosso querido e convencido mocinho não costuma aceitar um “não” como resposta (sequer poderia recordar a última vez em que uma mulher lhe dissera tal coisa) e também adora um desafio, passa a cortejar ainda com mais determinação a irmã da nossa mocinha, com a clara intenção de irritá-la. Por mais que se recusasse a admitir, não era Edwina que lhe interessava. É verdade que ela era a mulher mais linda da temporada. Mas não conseguia despertar nem metade do que Kate despertava dentro dele. Não o fazia desejar provocá-la em cada oportunidade, matá-la nos tempos vagos e morrer de paixão em seus braços. Desde que conhecera aquela mulher, não conseguia ter paz nem mesmo quando dormia, pois até os seus sonhos era fizera questão de invadir. Ele sabia. Ninguém precisava lhe dizer. Sabia que estava enlouquecendo. Graças a ela. Mas a faria provar da mesma loucura. Nem que fosse a última coisa que ele fizesse na vida. Ah, ela tinha o poder de virar seu mundo de ponta à cabeça. Mas se pensava que o mundo dela seguiria perfeitamente arrumado, estava mais do que enganada.rsrs

“-  Ironia não lhe cai bem, Srta. Sheffield.
- Nada lhe cai bem, lorde Bridgerton.”

- Confesso que fazia tempo que eu não me divertia e me deliciava tanto com uma história. Certamente, não senti nada disso ao ler A Ira dos Anjos. Sinto uma angústia só em lembrar! E quando pensei numa história que tirasse o gosto amargo do livro do SS da minha boca, olhei imediatamente para este livro. Não sei bem porquê. Talvez seja porque não consegui esquecer de como foi maravilhoso ler O Duque e Eu e soubesse, inconscientemente, que seria ainda mais incrível ler O Visconde que Me Amava. Eu queria ler algo que fosse doce e divertido. Leve, romântico, que tivesse aquela magia tão rara nos livros ultimamente. Queria algo que me livrasse do trauma do livro que li há poucos dias. E o livro do Anthony e da Kate conseguiu isso. Com enorme facilidade. Desde as primeiras páginas, essa história me envolveu por completo, me fascinou, emocionou e divertiu na mesma medida. E quanto mais eu lia, mais triste ficava.kkkkkk… Porque não queria de jeito nenhum que a história chegasse ao fim. Cheguei ao ponto de ler da forma mais devagar que conseguia, cada página, para prolongar mais a leitura e fugir da página final. O livro me emocionou e divertiu muito; para mim é um lindo conto de fadas, com aquela beleza que nem os contos de fadas conseguem ter, mas eu fiquei muito triste quando terminei de ler. A autora deveria ter escrito mais. Se o livro tivesse mais 500 páginas eu leria sem reclamar. Na verdade, iria amar isso.rsrs… É uma história pela qual nos apaixonamos perdidamente. Um tesouro, uma raridade que ninguém deveria deixar de ler. Enquanto lia esse livro, lembrava muito das histórias da Candace Camp e da Judith McNaught. Quem ama as histórias dessas autoras, com certeza amará esse livro! Na verdade, eu não consigo imaginar alguém lendo essa história e não conseguindo amá-la. (suspiros…)

“E ela não duvidava que ele a mataria. Na verdade, estava até surpresa pelo fato de não ter tentado, na semana anterior, às margens do lago Serpentine.
Lentamente, ele deu meia-volta. Então virou-se de novo. E não caminhou.
Nesse momento, Kate tentou pensar em todas as razões pelas quais morrer antes de chegar aos 21 anos não seria algo tão ruim.”

- Não há mais nada que eu possa dizer sem contar a história toda.rsrsrs… Na verdade, chego a ficar surpresa por ter conseguido me controlar bastante até agora.rsrsrs… Me sinto tão contagiada pelo livro, tão envolvida, que sinto vontade de falar de cada cena, de cada momento, contar cada pequeno detalhe que me encantou, que me emocionou. Mas juro que vou me controlar!rsrs… Nem sequer vou falar dos traumas do Anthony e os da Kate. De tudo que os tornava tão parecidos, tão conectados, tão perfeitos um para o outro. De verdade, eu não poderia imaginar ninguém que os completasse tanto. Ao ver a Kate passar por certas coisas, eu não conseguia ver ninguém sendo mais compreensivo, que conseguisse compreendê-la e apoiá-la como ele. E quando é a vez do Anthony enfrentar seus fantasmas, Kate mostra que eu estava certa ao imaginar que ela era digna de ser uma das minhas mocinhas mais queridas. Esses dois foram feitos direitinho (risos) um para o outro. Até mesmo quando tudo em que conseguem pensar é numa forma de assassinar um ao outro.kkkkkkkkk… Como eu me diverti com as batalhas desses dois!rsrs… Já sinto imensa falta deles. :(


“Seria possível apaixonar-se pela mesma pessoa sempre, todos os dias?”