O AMOR VERDADEIRO JAMAIS MORRE!

O AMOR VERDADEIRO JAMAIS MORRE!
O coração de uma mulher é um oceano de segredos

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Um Gato entre os Pombos - Agatha Christie



Na distante Ramat, no Oriente Médio, um príncipe tenta manter a salvo suas joias enviando-as para a Inglaterra. Mas antes que elas cheguem a seu destino, algo inesperado acontece. 

Na tradicional escola para meninas Meadowbank, um assassino está aterrorizando alunas e professoras, que não sabem quem será a próxima vítima. Em um primeiro momento, essas histórias parecem não ter nenhuma relação. Mas para Hercule Poirot, o brilhante detetive criado por Agatha Christie, nenhuma informação pode ser deixada de lado quando se quer descobrir quem é o gato entre os pombos.


Palavras de uma leitora...


"Nada faria supor que dentro de poucas semanas Meadowbank estaria mergulhado num mar de problemas; que desordem, confusão e assassinato reinariam ali, e que certos acontecimentos já estavam se desenrolando."

- No início de um novo semestre num colégio de enorme prestígio, no qual era uma verdadeira honra para qualquer aluna estudar (já que só eram aceitas as melhores), o assassinato misterioso de uma das novas professoras provoca pânico nas outras professoras, alunas e pais e ameaça seriamente a reputação do colégio. O que levaria uma professora a ser assassinada nas dependências do colégio e justamente no novo pavilhão de esportes? Teria o crime sido cometido por algum delinquente juvenil? Ou por alguém acima de qualquer suspeita... alguém de dentro do colégio? O mistério só aumenta quando outro assassinato é cometido no mesmo lugar e uma das alunas é raptada... É aí que Hercule Poirot entra em cena para juntar todas as peças e solucionar esses crimes. 

- Costumo adorar os livros da Agatha Christie, que são quase sempre fascinantes, impossíveis de largar antes do final. Começamos a lê-los e esquecemos do mundo. Só que com Um Gato entre os Pombos não foi assim. A história é boa, mas muito previsível. Tudo que acontece na história era esperado e não foi nada complicado descobrir quem era o assassino. Além disso, a maior parte dos personagens são vazios, não despertando nossa simpatia, tornando suas participações quase desnecessárias. De interessantes mesmo só existem dois personagens: a única aluna inteligente da escola e Hercule Poirot, claro.rs Mas nem mesmo quando um dos meus detetives preferidos de todos os tempos entra em cena, a história melhora. Por esse motivo, considero um livro que eu bem poderia ter passado sem ler. 

- Não recomendo o livro, pois a autora possui várias outras histórias maravilhosas, que valem cada segundo de leitura, como Assassinato no Expresso do Oriente, O Natal de Poirot, Os Crimes ABC, O Misterioso Caso de Styles... 

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Restos Humanos - Elizabeth Haynes

(Título original: Human Remains
Tradutor: Mauro Pinheiro
Editora: Intrínseca
Edição de: 2014)

Vá para casa. E tranque a porta.

Você conhece bem seus vizinhos? Saberia dizer se eles estão vivos ou mortos?

Ao encontrar por acaso o corpo de uma vizinha em avançado estágio de decomposição, Annabel Hayer, que trabalha com análise de informações para a polícia, fica horrorizada ao pensar que ninguém, incluindo ela mesma, percebeu que havia algo errado.  

De volta ao trabalho, ela se sente compelida a investigar o assunto, apesar da falta de interesse de seus colegas, e encontra dados que mostram o aumento assustador de casos como esse naquele ano em sua cidade natal. Conforme aprofunda sua investigação, Annabel parece cada vez mais convencida de estar diante de um crime terrível e é obrigada a enfrentar os próprios demônios e a própria fragilidade. Será que alguém perceberia se ela simplesmente desaparecesse?

Um thriller psicológico extremamente perturbador, Restos Humanos fala de nossos medos mais obscuros, mostrando como pessoas que vivem sozinhas podem ser vulneráveis - e a facilidade com que vidas podem ser destruídas quando não há ninguém que se importe com elas. 


Palavras de uma leitora...


"Ela se fora, completamente, sem deixar o menor vestígio, como se nunca tivesse existido."


Era incrível como uma pessoa poderia simplesmente desaparecer... 

Às vezes ela se perguntava se em algum momento estivera ali... se realmente chegara a existir. Ou se talvez partira antes que pudesse se dar conta. 

Todos os dias ela se levantava para ir ao trabalho. Alimentava sua gata, chegava antes de todos e permanecia ali durante horas, fazendo análises de informações para a polícia, ouvindo a conversa animada de seus colegas sem jamais fazer parte daquele ambiente. Era como se ninguém a enxergasse. E se a viam, preferiam ignorá-la, como se ela não valesse o tempo deles ou sua amizade... algo que ela ansiava muito por ter, mas sabia que jamais teria. Nunca tivera amigos. E já trabalhava três anos com aquelas pessoas sem que elas manifestassem o menor interesse por ela. Era realmente como se ela não existisse...

E o que era ruim fica ainda pior quando, ao voltar para casa após mais um dia de trabalho, ela acaba por encontrar o corpo de uma vizinha, já em avançado estágio de decomposição. Fazia meses que aquela mulher estava morta, esquecida por todos, e se ela não tivesse encontrado o corpo... quanto tempo teria se passado até que alguém percebesse? Talvez semanas, mais meses... ou quem sabe anos. 

"E minha vida era um tremendo desperdício. Uma grande ruína do que outrora havia sido bom. Tudo me fora arrancado, deixando aquele vazio, aquele abismo de dor e sofrimento."

Profundamente perturbada por jamais ter considerado que algo pudesse ter acontecido com sua vizinha, que ela não via muitos meses antes de encontrar seu corpo, Annabel decide investigar quantas pessoas teriam sido encontradas nas mesmas condições em sua cidade naquele ano. E o resultado de sua pesquisa a deixa em choque. 24 corpos, em avançado estágio de decomposição, foram encontrados só naquele ano. Se as coisas seguissem assim, quantos outros apareceriam nos próximos meses? Sentindo que algo terrivelmente errado está por trás de tais mortes, ela procura a ajuda da polícia, que não mostra o menor interesse em suas suspeitas. Determinada a encontrar uma resposta para aquele mistério, Annabel mal poderia imaginar que estava bem perto de se tornar mais uma vítima... fosse o que (ou quem) fosse que estava por trás de tudo aquilo... 

"Eu estava sob essa nuvem e não havia como sair, não havia escapatória. Era como estar num labirinto em que cada passagem que você escolhesse fosse errada, todas as passagens levando a um beco sem saída. Exceto uma. Havia uma passagem que era a saída. Só precisava encontrá-la."

- Nem sei por onde começar... Quando comecei a leitura deste livro, eu não sabia bem o que esperar. Talvez algo como No Escuro. No entanto, esta história é bem diferente. De um jeito extremamente perturbador. De um jeito que eu preferia esquecer. 

- A maior parte do tempo eu desejei chorar. Não só porque choro com facilidade, mas porque não existe maneira de não ser atingida por esta história. Pela história das diversas pessoas que passam pelo livro. Que passam pela vida. Eu pude sentir de perto a angústia delas, toda aquela dor, todo aquele vazio e o grito de socorro que elas jamais conseguiram dar. A espera por uma ajuda que nunca chegou. Quando suas próprias famílias lhes viraram as costas. Quando nada na vida fazia qualquer sentido. Pessoas num estado de grande vulnerabilidade, nas quais se poderia enxergar o desespero em seus olhos, a vida abandonando-as pouco a pouco. E o mais triste era saber que se alguém tivesse estendido uma mão, as teria salvado. 

"Andava pensando com frequência em Shelley Burton e em todos os outros, aquelas pessoas, aquelas pobres pessoas, sozinhas em suas casas na hora da morte, esperando para serem acolhidas pelos anjos, mas continuavam na terra, sabendo que iam ficar ali, apodrecendo, sem amor, ignoradas, desrespeitadas. [...] Eu me perguntei se elas realmente sabiam o que estavam fazendo, ou se a vida as havia tratado tão mal que a necessidade de morrer se tornara uma força maior do que a terrível perspectiva do que poderia lhes acontecer em seguida."

- Apesar do aumento significativo do número de mortes por "causas naturais" que ocorriam na cidade de Annabel no último ano, nenhuma investigação tivera início. Muitos dos casos foram considerados suicídios e descartados. Para os médicos-legistas e a polícia aquelas pessoas simplesmente resolveram deixar de viver. E era lamentável todas elas só terem sido encontradas vários meses após a morte, mas não existia crime nisso. Pelo menos, aparentemente. Mas quando uma ligação anônima informa a localização de mais um corpo e diz ainda haver muitos outros... eles finalmente são obrigados a encarar, perplexos, que talvez alguém esteja provocando essas mortes. Mas como? E o mais importante: por quê?

"Era ele que podia mudar tudo, que aparecera para mim quando eu mais precisava dele, quando estava desesperada, triste e solitária. Ele surgiu para mim e me mostrou qual caminho deveria seguir."

- Perturbador do início ao inevitável fim, Restos Humanos é uma história que eu desejei muito ler e temi demais a leitura na mesma medida. Eu ficava olhando para o livro na estante e muitas vezes o pegava, folheava suas páginas, relia a sinopse, desejando ter coragem de iniciar a leitura. Mas sentindo que seria algo impactante. Marcante e talvez de um jeito nada positivo.  

Durante a leitura minhas emoções ficaram descontroladas. E uma grande revolta tomou conta de mim ao ver a incompetência das pessoas que estavam à frente daquela investigação. Mas não foi só isso que me revoltou. A história daquelas vítimas me abalou demais. Me provocou pesadelos, lágrimas e uma enorme tristeza. Eu desejei muito que alguém as tivesse salvado. Que alguém tivesse olhado para elas mais de uma vez e tivesse se importado o suficiente para puxá-las do fundo daquele poço. Mas ninguém apareceu. Por mais coisas que eu já tenha visto, o egoísmo do ser humano ainda é capaz de me surpreender. 

- Apesar de ter dado 5 estrelas ao livro, porque ele é realmente digno disso, não sou capaz de recomendá-lo. Como a sinopse diz (e muito bem) é "um thriller psicológico extremamente perturbador", sombrio, que te golpeia, te abala e faz com que suas emoções fiquem completamente descontroladas. Não sei bem o que sinto no momento e já faz horas que terminei a leitura. Só o que sei é que a vida tem uma enorme capacidade para ser cruel. E o mais incrível é que os piores golpes vêm sempre de quem mais amamos...

"Ele sorriu para mim, e me senti segura e tranquila, porque sabia que ele era o meu anjo e estava ali, tomando conta de mim. 
- Durma - disse ele, sua voz não passava de um sussurro. [...]
Eu me encostei no travesseiro e fechei os olhos."

sábado, 18 de julho de 2015

Escândalo - Candace Camp


Um desconhecido apareceu à porta de Priscilla. Ao que tudo indicava, alguém tinha tentado matá-lo, mas não era capaz de se lembrar de nada. Assim, ela rebatizou-o com o nome John Wolfe.
Priscilla sempre fora um modelo de perfeição, a filha responsável e a irmã carinhosa que colocava a família em primeiro lugar. Desse modo, ninguém desconfiava do surpreendente segredo que ocultava... nem do desejo que sentia em todo o seu corpo por aquele estranho.

Um homem sem passado, uma mulher com um segredo... seu amor só podia ser... escandaloso.



Palavras de uma leitora...



- Por mais livros que Priscilla já tivesse lido em sua vida nunca imaginara um dia estar em sua casa e ser surpreendida pela chegada de um estranho, nu, que não conseguia passar um minuto sem desmaiar. E que ainda por cima não era capaz de recordar sequer o próprio nome. Era toda a aventura que ela sempre ansiara e acreditara não ser possível viver na vida real. Por isso estava mais do que disposta a ajudá-lo... e aproveitar cada instante. 

Mas a medida que o tempo passa sem que se tenha nenhuma pista do passado de John e ele se faz mais e mais presente na vida de Priscilla, ela começa a perceber que mais do que aventuras, seu coração ansiava por algo mais. Seu coração ansiava por amor... por uma vida ao lado daquele homem. Fosse ele quem fosse... 

Porém, seguidas tentativas de assassinato os faz perceber que antes de entregarem-se ao amor que sentiam necessitariam primeiro descobrir que segredos se ocultavam no passado de John... e se seria algo capaz de uni-los ou separá-los para sempre. 


- Há anos que eu venho desejando ler esta história. Sabia da existência dela antes mesmo de um outro livro da autora ser relançado aqui com o título de Escândalo. São duas histórias completamente distintas e eu sempre tive curiosidade para conhecer esta aqui. Que não entendo o motivo de jamais ter sido publicada no Brasil. Enfim... Mas a dificuldade para encontrar a história em português me desanimava e só agora decidi lê-la em espanhol mesmo. Apenas não poderia esperar a vida inteira que alguma editora resolvesse publicá-la. 

- A história começa quando um desconhecido bate à porta da casa de Priscilla, à noite, completamente nu, ferido e sem memória. Ele suplica por sua ajuda antes de cair inconsciente. Comovida pela vulnerabilidade dele e animada por todo aquele mistério, ela se empenha em cuidar dele e eles acabam por se apaixonar. A relação deles é muito fofa e divertida.rs... John, que é como ela decidiu chamá-lo já que ele próprio não sabia seu nome, é um desmemoriado encantador que fascina a mocinha e nós leitoras. E combina bastante com a Priscilla, que é uma mocinha independente, que faz somente o que quer e sonha viver grandes aventuras. Mas... apesar de ter gostado muito do livro e não ter me arrependido de lê-lo, achei que faltou alguma coisa... algo que o tornasse tão maravilhoso quanto os outros livros da autora. Algo sempre presente em seus livros, mas totalmente ausente na história de John e Priscilla.

- Não é que a história não seja boa. Pelo contrário. Quanto mais eu lia mais queria ler. A história flui naturalmente, nos fazendo rir e adorar os protagonistas. Mas faltou magia. Faltou aquele toque que faz as histórias da autora especiais. Por esse motivo, não dei 5 estrelas ao livro. Porque é uma história boa, mas não especial. Não é inesquecível. No entanto, segue sendo uma história bonita e que vale a pena ler. :)

quinta-feira, 16 de julho de 2015

O Dote Espanhol - Candace Camp


Era impossível recuar diante da situação... Era preciso recuar diante daquele homem!

Segundo a lenda, trata-se de uma fortuna em moedas de ouro, jóias e peças antigas. E, até mesmo, um leopardo feito de ouro, com olhos de esmeraldas e uma coleira de rubis.

O dote espanhol... perdido. Por causa de uma mulher. No final do século dezessete, “Black Maggie” Verrere ficou noiva de sir Edric Neville, em um esforço para unir as duas famílias. Porém, ela fugiu para a América com outro homem! E o dote desapareceu. As duas famílias, Verrere e Neville, odeiam-se desde então.

Agora, cento e cinqüenta anos depois, uma outra mulher da família Verrere está interessada no dote. Encontrá-lo é a única esperança de Cassandra Verrere em proporcionar um futuro para seus irmãos mais novos. E para si mesma. Infelizmente, ela precisa da ajuda de um Neville. Mas, confiar em um Neville? Impensável!



Palavras de uma leitora... 



Sonhar era tudo que lhe restava fazer... 

Com a morte de seu pai, Cassandra e seus três irmãos tiveram que ir morar na casa de seu tio. Uma situação que não seria tão desagradável se ele não fosse casado com uma mulher egoísta que aproveitava cada oportunidade para deixar mais do que claro que eles viviam da caridade dela. E quanto mais o tempo se passava mais Cassandra se apegava ao seu único sonho... Ao que poderia retirá-los daquele lugar e proporcionar um futuro digno aos seus irmãos: o dote espanhol, perdido há mais de cem anos e um dos motivos de discórdia entre as famílias Neville e Verrere. 

Através dos diários de sua antepassada Margaret, que fugira com o homem que amava, deixando para trás o seu dote, Cassandra descobriu que somente com a ajuda de um Neville ela poderia encontrá-lo... Mas como pedir a ajuda de um inimigo? Como confiar em alguém que ela sequer conhecia e que nutria por sua família um ódio passado de geração para geração? Cassandra sabia que era arriscado, mas Philip era sua única esperança...

E quando... de uma maneira peculiar... eles se encontram pela primeira vez... ela percebe que seu coração, a partir daquele momento, corria sério perigo...


- Quando comecei a leitura desta história, já tinha consciência de que iria amá-la. Não existia outra opção. Porque é uma história da Candace Camp e isso já diz tudo.rs Creio que não existe um só livro dessa autora que eu não tenha amado. E Cassandra e Philip me provocaram um carinho todo especial.

- Me diverti com a relação entre eles e senti imensa ternura. Cada momento deles juntos era fofo e o Philip conseguia ler a Cassandra como ninguém. Ele parecia saber sempre o que ela precisava... coisas que ela não dizia para ninguém. Coisas que ela apenas sentia. E ele se importava muito em fazê-la feliz, em vê-la sorrir, ver seus olhos brilharem. E isso me encantou. Ele é puro romantismo, sensível, humano e não lutou contra o amor que começou a sentir por ela. Porque a Cassandra até poderia pertencer a uma família inimiga, não ter dote ou fortuna alguma e ainda carregar consigo três irmãos, mas nada disso era impedimento para ele. Porque ele não estava interessado no nome dela ou no que ela possuía ou deixava de possuir. Ele a amava e todo o resto não importava. Simplesmente me apaixonei por este mocinho. Não havia maneira de eu não amá-lo.rs

- A história deles dois é linda e só por eles a história já valeria a pena. Mas além disso ainda há o dote perdido há tanto tempo e a história por trás dele, que me cativou. Eu torcia para que não fosse apenas uma lenda. Para que a Cassandra percebesse que não sonhou à toa, que não acreditou em vão. Eu não queria que ela se decepcionasse. Ela era uma pessoa maravilhosa e merecia ver que o sonho que alimentara durante tanto tempo e que também havia sido um sonho de sua antepassada Margaret e até mesmo do seu pai, se realizaria. 

- E por causa desse dote ainda há alguns mistérios no livro... Porque alguém mais, além do casal protagonista, tem interesse em pôr as mãos nesse tesouro e faria o que fosse preciso para conseguir... nem que para isso tivesse que retirar Cassandra e Philip do seu caminho... de uma vez por todas. E uma tentativa de assassinato provoca ainda mais emoção na história, pois embora tudo indicasse que havia relação com o tesouro... nossa mente começa a imaginar se alguém mais não gostaria de retirar Cassandra de seu caminho...

- Eu descobri logo um dos mistérios do livro.rs Porque, ao menos para mim, essa pessoa era muito suspeita desde o instante em que apareceu na história. E eu fiquei furiosa com a bondade do casal. Aquela pessoa tenta matar a Cassandra e eles têm pena dela?! Como assim?! 


- Adorei o livro. :D E dei cinco estrelas sem pensar duas vezes. É uma história muito fofa, romântica, com um casal que nos encanta! Além de ter alguns personagens secundários dos quais é impossível não gostar. :)