O AMOR VERDADEIRO JAMAIS MORRE!

O AMOR VERDADEIRO JAMAIS MORRE!
O coração de uma mulher é um oceano de segredos

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Whitney, Meu Amor - Judith McNaught



2º Livro da Série Westmoreland



Whitney, Meu Amor" é um livro que mistura amor, intrigas e aventura, mexendo com todos os nossos sentidos e, especialmente, com nosso coração...

 
Órfã de mãe e criada por um pai severo e frio, a adolescente Whitney Stone choca a sociedade inglesa do começo do século XIX com seus modos, sua espontaneidade e rebeldia. Desde menina, ela ama o belo e aristocrático Paul, perseguindo-o em todos os lugares e inventando as mais inusitadas formas de chamar-lhe a atenção.

 
Enviada a Paris, ela recebe um longo treinamento para transformar-se numa mulher fina, glamourosa, irresistível. Quando retorna a Londres, está mudada, mas ainda disposta a conquistar seu amor de infância. Mas o irrascível e poderoso duque Clayton Westmoreland é quem se interessa mais vivamente pela jovem mulher. E é ele quem, por meio de artimanhas, consegue ficar noivo da moça e levá-la ao altar. Mas Whitney recusa-se a aceitar imposições, então desafia seu poderoso 'dono', e embora ele a seduza com sua avassaladora paixão, envolvendo-a em uma tempestade de desejo e prazer, ela não desiste de ser feliz com seu primeiro amor.

A convivência, porém, traz surpresas, e dentro de pouco tempo o duque se revela muito mais charmoso e gentil do que ela desejaria admitir. Talvez Paul não passe de uma fantasia infantil; talvez Clayton tenha bons motivos para agir tão brutalmente; talvez o casamento não seja um erro tão grande assim…"





Palavras de uma leitora...



"Y hoy, tras la ilusión de tenerte,
Sé que no quiero perderte una vez más
Porque sin ti estoy viviendo en soledad

 

Por el deseo que nunca terminó
Por ese tiempo que fue para los dos
Vuelvo a ti,
Muriendo por tu amor

Por la ilusión que aún palpita entre tú y yo
Por la inocencia perdida en el rencor
Vuelvo a ti,
Muriendo por tu amor..."

(Música: Vuelvo a Ti/ Cantores: Chenoa e David Bisbal.)



- Bem... Essa música que coloquei logo acima me foi indicada pela Carla e eu a escutei (juntamente com outras duas músicas lindas!) enquanto lia esse livro. Esses trechos que coloquei acima me fazem lembrar muito a cena na qual o Clayton fez aquela coisa imperdoável. Apesar de tudo que o Clayton havia feito, do quanto ela estava ferida, humilhada, a Whitney foi atrás dele... Claro que não foi imediatamente. Mas ela voltou para ele... Ela tentou salvar aquela relação que só ela poderia salvar, pois o Clayton não se aproximaria dela por medo. Ele se sentia muito culpado e tinha medo até de estar no mesmo ambiente da mocinha. Enfim... Depois que escutei esses trechos por um tempo passei a associá-los à cena dela indo até a casa dele e fazendo o possível para enfurecê-lo...rsrs... Pois essa era a única maneira deles poderem conversar. Achei a cena muito linda e a Whitney só fez com que eu sentisse ainda mais orgulho dela.

CONTÉM SPOILER, ou seja, revelações importantes sobre a história! Se não quer conhecer segredos da história, se ainda NÃO LEU o livro, NÃO siga lendo esta resenha!



- Esse livro é um daqueles livrinhos complicados, para dizer o mínimo. Existem coisas nele que eu dificilmente perdoo. Já mandei vários livros para a categoria de romances que odiei só por terem estupro ou agressão. Não precisava nem ter os dois. Bastava ter um (por parte do mocinho) e a história já ganhava uma passagem só de ida. Mas tenho encontrado livros (ou melhor, tenho recebido indicações de livros...rsrs...) que possuem esses dois temas, porém tem algo neles que me faz perdoá-los e eu confesso que não me agrada muito ir contra os meus conceitos...rsrs... Mas fazer o quê?! Não sou eu que decido. É meu coração que sempre decide se pode ou não perdoar algo num livro. Não é minha culpa! rsrs... Enfim... E, em "Whitney, Meu Amor" existe tanto agressão quanto estupro". O Clayton é um infeliz em vários momentos. Eu cheguei a odiá-lo de verdade. E demorou bastante para ele ganhar o meu carinho... Eu não senti afeto nenhum por ele durante boa parte da história. O desprezava e cada vez mais. Ele controlava tanto a Whitney, ameaçava, maltratava, que eu jurei que não o perdoaria (a Carla fez questão de me lembrar das minhas palavras...rsrs...). Eu não conseguia enxergar seu amor... Via apenas o sentimento de posse de um homem que encontrou um objeto raro e fez o possível para mantê-lo para si, sem se importar se prejudicaria outras pessoas por causa da sua atitude. Sinceramente, eu detestei o modo como o relacionamento entre ele a Whitney começou. Achei tudo muito frio e injusto. Ele a viu, desejou e comprou. Simples assim. Não encontrei justificativa para essa atitude insensível nem mesmo depois que comecei a amá-lo...rsrs... (pois é! No final das contas acabei amando-o! Não. Não estou feliz por isso...rsrsrs...) O Clayton foi egoísta sim, no início. Tudo bem que ele resolveu pensar melhor depois... Mas antes pensou mais em si próprio do que na Whitney. Sabe aqueles mocinhos "insuportáveis" que costumamos ver em alguns livrinhos? Aqueles que acreditam que sempre tem razão e não aceitam conselhos e nem olhar o outro lado da moeda? O Clayton era assim. Como disse, era, pois a Whitney deu um jeito nisso...rsrsrs... E eu adorei como ela fez isso. Bem parecido com a atitude da Elizabeth no livro "Alguém Para Amar". Quem lembra do "desaparecimento" da Elizabeth? Aquele depois que o Ian a expulsa de sua vida? Lembram?! Lembram do sofrimento do Ian? Ai, estou falando demais, certo? Vou parar! rsrsrs... Enfim... Como estava dizendo, eu não gostei do Clayton logo de cara. O desprezei e desejei que ele terminasse o livro sozinho, abandonado por todos. E que a Whtiney ficasse com o Nicolas TDB (uma pena que ele tenha desaparecido da história...).



Imagine-se na situação da Whitney. Não vale dizer que adoraria estar no lugar dela, pois ser comprada por um homem como o Clayton é o sonho de toda mulher! rsrsrsrs... É sério. Se coloque no lugar dela, sentindo o que ela sentia... Ela havia crescido sendo rejeitada pelo pai e alimentando uma paixão obsessiva por seu amigo de infância, Paul sem-vergonha. Desde muito nova ela idolatrava aquele jovem e sonhava se casar com ele e viver feliz para sempre ao seu lado. Tinha um gênio difícil, algo que não era aceito e nem entendido pelas pessoas que viviam ao seu redor. Ela foi humilhada diversas vezes, inclusive, pelo próprio pai que chegou a derrubá-la do cavalo certa vez (sim! Derrubar! Puxá-la do cavalo e jogá-la no chão e isso na frente dos "amigos" dela) e ofendê-la na frente de todos. Paul, apesar de se fazer de aborrecido pelo interesse dela, gostava das loucuras que ela fazia para chamar sua atenção e lhe lançava sorrisos; alimentava de certa forma a ilusão dela. Imagine-se perdendo sua mãe quando não tinha nem cinco anos de idade e, no dia do enterro, não entender o que se passava e desejar que alguém trouxesse sua mãe de volta, a tirasse daquela caixa. Desejar a explicação que ninguém se dignou a lhe dá. E naquele mesmo dia, enquanto sofria sem entender os motivos para o próprio sofrimento, ver seu pai mergulhar na própria dor e te mandar para longe dele. Não suportar sequer continuar te vendo. Imaginou? Imaginou você passando por isso aos quatro anos e meio de idade? Uma criança, inocente e sozinha? Pois bem... Imagine agora o que é crescer ao lado de um pai que não suporta sequer ouvir sua voz, que simplesmente não te suporta. Que em nenhum momento tentou te compreender ou dar amor. Alguém que só sabia abrir a boca para te humilhar, para dizer o quanto você o envergonhava... Whitney fez o que pôde para agradá-lo, mas jamais conseguiu ser o que não era. Ela tentava, mas era difícil ser a filha que o pai desejava. Mas ela tentou agradá-lo até perceber que era em vão... Então, quando estava entrando na adolescência, Whitney voltou sua atenção para o rapaz que não costumava lhe maltratar. Tudo bem que Paul não era seu melhor amigo e muito menos dedicava todo seu tempo à ela, mas somente um sorriso bastou para fazê-la acreditar que estava apaixonada por ele. Paul não a tratava com gentileza. Não me entendam mal. Ele somente não a ignorava como os outros. Às vezes sorria para ela, falava com ela... O único homem que fazia isso. Estão pensando o mesmo que eu? Não? Vou explicar o que eu pensei... Que a Whitney quis dar ao Paul o amor que ela gostaria de dar ao pai e não podia. Ninguém a notava, mas Paul sorriu para ela. Assim, o coração carente daquela criança, a iludiu, achando que ele era o homem perfeito para ela. Sua outra metade por ser o único que chegou a notá-la. E com o passar do tempo, ele acabou virando sua obsessão. Ela precisava dele para viver. Ele a amava e somente não sabia disso ainda. O amor dela seria capaz de fazê-lo deixar de notar Elizabeth... Esses foram alguns dos pensamentos dela. Quando era apenas uma menina. Não tinha nem quinze anos quando se "apaixonou" pelo Paul. Há um momento, no qual a própria Whitney lembra de algumas frases que escreveu na Bíblia dela, creio. E eram tão infantis, na minha opinião. O desespero de uma criança querendo ser especial para alguém. Quem nunca quis isso? Ela queria se sentir querida. E já que o pai era um caso perdido, ela se voltou para o Paul... Enfim... Vamos continuar imaginando...rsrs... Agora imagine seu pai enviar uma mensagem para uns tios que você não vê há anos e pedir que eles te levem para longe para te transformarem numa dama. Em outras palavras: ele estava cansado dela e queria distância. Imagine ele sequer se dignar a lhe informar que está se desfazendo de você. Te mandando para longe. Imaginou? Agora vamos imaginar que você passou quatro anos longe, sem receber sequer uma carta do seu pai dizendo que sentia sua falta ou que te ama e você é importante para ele.... Depois disso, podemos prosseguir, imaginando que, de uma hora para outra, ele decide te chamar de volta... Você não entende os motivos, mas sente a esperança começar a nascer. Será que ele finalmente notou que você é filha dele? Será que agora tudo será diferente? Só para ver essa esperança ser destroçada pouco tempo depois, ao vê-lo contar, friamente, que estava tendo dificuldades financeiras e que te vendeu para um homem que você sequer conhecia... Sem levar em conta seus sentimentos, sem se importar para o que você sentia por seu amor de infância que para você era sua razão de viver. Saber que ele assinou o contrato de casamento e te entregou, por dinheiro, à um homem que ele próprio não conhecia. Imagine o que Whitney sentiu... principalmente depois que seu pai ainda ousou lhe dá um violento tapa no rosto, após você reagir diante do choque de saber que tinha sido vendida. E não só isso. Ele ousar te dar esse tapa na frente do homem que te comprou... Imaginou tudo? Se colocou no lugar da Whitney? O que você faria? Abaixaria a cabeça e aceitaria seu destino sem lutar contra isso? Aceitaria toda essa humilhação, a dor que estava te destroçando por dentro e ser propriedade de um estranho sem sequer dizer uma palavra? Ah, gente... Não sei se sou só eu, mas sei que eu não aceitaria.



- Bem... Eu planejava fazer o "um pequeno resumo" resumo dessa história separado, mas só nesses "imagine" que coloquei acima já disse boa parte do que colocaria no um pequeno resumo. Então, vou fazer tudo junto, ok? Vamos às explicações...



- Whitney perdeu a mãe quando tinha quase cinco anos de idade e naquele dia, confusa e sofrendo, ela acusou o pai de ter trancado a mãe dela naquela caixa para ela não fugir. O pai dela ficou furioso e em vez de compreender a confusão da garota (como que uma menina de cinco anos ia entender que a mãe estava morta e não voltaria?! Uma coisa é ela entender com alguém explicando isso... Outra bem diferente é quererem que ela simplesmente saiba. Sozinha. Sem ajuda.) a olhou com fúria e desprezo. Momentos depois, Whitney voltou a levantar acusações e quando passou a cena dessas lembranças, eu me emocionei muito pelas palavras dela no dia que a mãe morreu. Ela disse que se, não tirassem a mãe dela daquela caixa naquele instante, ela os denunciaria... a Deus. Ai, sei que talvez eu seja sensível demais (talvez?!), mas eu quase pude sentir a dor daquela criança... Enfim... O tempo passou, o pai dela continuou desprezando-a e quando ela fez quinze anos e o envergonhou mais uma vez (para ele foi vergonha... mas eu senti muito orgulho da Whitney quando ela fez aquilo. E acredito que a mãe dela também sentiria se estivesse viva. Ia levar um susto enorme, é claro. Mas iria sentir orgulho da filha.), ele a mandou para a França com os tios por tempo indeterminado. E foi lá que a nossa Whitney começou a crescer. Ela foi recebida bem pelos tios que a tratavam como se ela fosse filha deles. Foi recebida maravilhosamente bem pela sociedade francesa e foi sucesso em todas as temporadas das quais participou. Lá ela encontrou amigos de verdade e mudou muito... Não deixou de ser a garota linda e corajosa que era, mas aprendeu coisas essenciais para a época na qual vivia. Encontrou também o Nicolas Du Ville (ai, ele é um amor, gente!), que em um primeiro momento a rejeitou, mas que após descobrir a pessoa especial que ela era, a ajudou a fazer sucesso na França e ofereceu sua amizade e apoio... Se apaixonando por ela depois de alguns anos e planejando tê-la como esposa... Enfim... E foi enquanto estava na França que ela o viu pela primeira vez, num baile de máscaras...



- Nosso Clayton já a havia visto antes, mas eu não entrarei em detalhes, pois não é justo contar coisas que é melhor descobrir lendo...rsrs... Enfim... Ela não sabia na ocasião, mas Clayton já estava fascinado por ela e já estava providenciando tudo para torná-la sua esposa. Naquele baile de máscaras deu para perceber que existia algo entre o casal. O interesse do Clayton, é claro como água, mas o da Whitney, embora sutil, dá para perceber também. Ela própria não sabia o que estava sentindo. Não era amor, gente! Disso eu tenho certeza, mas estava começando a surgir "algo", entendem? Ela se interessou por ele. Aquele satã (ela o chamou assim...rsrsrs...) conseguiu invadir seus pensamentos... Enfim... Depois daquele dia, Clayton teve ainda mais certeza de que ela deveria ser sua. Ele a desejava, segundo ele, e só isso era motivo mais do que suficiente para tê-la. Não. Ele não pensou em conquistá-la e depois pedi-la em casamento. Ele é muito apressado. Não sabe esperar e por isso me fez desprezá-lo inicialmente e não compreendê-lo. Num primeiro momento, eu não o compreendi. 



- Quando acertou tudo com o pai da Whitney (sem sequer pensar em consultá-la), ele mandou que o miserável chamasse a Whitney de volta e se mudou para uma casa perto da casa dela. Com a intenção de cortejá-la. Mas aí vem seu próximo erro: usar uma identidade falsa. Ou seja, o relacionamento era uma farsa desde o início. Enfim... E, a partir daí muita coisa acontece. E eu não entrarei em muitos detalhes...rsrs... Posso dizer que esse casal sofre. E muito. Nada vai ser tão simples como o Clayton imaginava. Embora ele ainda não soubesse, o mundo não girava ao seu redor e ele não poderia agir como se todos tivessem que se dobrar à sua vontade. O Clayton comete vários erros que eu consideraria imperdoáveis, num outro livro, e por isso o casal acaba tendo sérios problemas. Mas são problemas sérios mesmos. E eu já considero a Whitney uma das minhas heroínas favoritas, pois ela passou a amar tanto esse homem, que foi capaz de suportar muita coisa que eu própria jamais suportaria. Não é qualquer uma, gente! Não é qualquer pessoa que seria agredida, estuprada, humilhada e maltratada pelo homem amado e lhe daria outras chances, tentando compreendê-lo e ensiná-lo que não era assim que se amava. A Whitney foi a mocinha ideal para o Clayton. Ela tem um gênio bem difícil e, inclusive, mesmo enquanto o entendia, virou a mão na sua cara. Mais de uma vez. Ela o agrediu, ofendeu e inclusive disse que gostaria que Deus jamais o perdoasse e o mandasse para o inferno. Mas foi ela que buscou a reconciliação. Foi ela que cedeu, que foi atrás da felicidade que só poderia ter ao lado do marido arrogante, cínico, possessivo, violento e apaixonado que o destino lhe deu. Eu achei o amor dela muito verdadeiro, muito natural e forte. Um amor lindo demais! E não desvalorizo o amor do Clayton, não. Com certeza, não! Mas sobre meus sentimentos bons por ele, eu falo depois...rsrs... Enfim... Eu comentei que há estupro e agressão nesse livro. Teve algumas meninas que disseram que a Whitney mereceu a surra, dada com um chicote que se bate em cavalo (isso mesmo que vocês entenderam!), mas eu não concordo nem um pouco. Não irei contar o que fez o Clayton bater nela, pois posso dizer que não era motivo suficiente. Nem chegava perto. Ela pode até ter agido como criança... Mas quem era o Clayton para reclamar? Quando estava frustrado, ele também não era teimoso e fazia as coisas como queria? Se estava furioso, também não descontava sua raiva e que se danasse as consequências até para si próprio? Ela não merecia aquela surra e eu fiquei muito furiosa quando li aquilo. Eu esperava que ela realmente merecesse, pois embora mesmo assim eu não aceitasse a cena, pelo menos, daria um desconto. Mas ela não mereceu. Com certeza, não! Sem mencionar que o erro dela foi um acidente. Ela pretendia acertar o Clayton. Uma pena que não tenha conseguido...rsrs... Pelo menos o fato de acertá-lo aliviaria um pouco o sofrimento dela depois... Realmente foi uma pena...



- Ainda não falei da cena de estupro e nem dos meus sentimentos bons pelo mocinho... É que meus sentimentos bons pelo mocinho surgem, com maior intensidade, depois dessa cena. O quê?! Vocês entenderam...rsrs... Vou explicar. Deixa só eu colocar alguns trechos:



"... Continuou deitado ao lado da única mulher que já amara, incapaz de consolá-la e de reconquistá-la.
 Olhando para o teto, lembrou-se de como a vira horas atrás, fingindo reger um grupo alegre de músicos de faz-de-conta. Como pudera magoá-la tanto, se apenas o que sempre quisera fora mimá-la e protegê-la? No entanto, tirara-lhe brutalmente a inocência. Mas perdera mais do que ela, porque acabara de perder a única coisa que realmente quisera possuir: o afeto da linda jovem ao seu lado. E ela, agora, o odiava.



Recordou todas as coisas vulgares e contundentes que lhe dissera no coche e ali mesmo, naquele quarto. As palavras degradantes, os toques que a feriram desfilaram implacáveis por sua mente, provocando dor profunda; então ele se puniu, pensando, tornando a pensar em tudo o que fizera e dissera para magoá-la.
 Quase ao amanhecer, Whitney virou-se, adormecida, deitando-se de costas. Inclinando-se sobre ela, Clayton afastou as mechas de cabelo castanho-avermelhado coladas nas faces macias. Então, ficou olhando-a dormir, porque sabia que seria a última vez que a teria a seu lado em uma cama."



"... As árvores curvaram-se, suspirando ao vento, como que fazendo uma reverência a Whitney, quando ela saiu para a claridade do dia triste e cinzento como a alma dele..."



"... Chegando ao último degrau, Whtiney parou, e Clayton, por um momento, pensou que ela fosse olhar para cima e vê-lo. Como se sentisse que estava sendo observada, ela ergueu o queixo com altivez, sacudiu os cabelos, desceu o último degrau e, andando majestosamente, foi até o coche e entrou, sem olhar para trás.



O copo de conhaque que Clayton segurava estilhaçou-se em sua mão, e ele olhou impassível para o sangue que começou a escorrer-lhe dos dedos. "



- Antes de comentar esses trechos, vou dizer uma coisa...rsrs... Eu mudei de opinião sobre algo que fiz. Sou humana. Tenho direito de mudar de ideia, certo? Enfim... Quem me acompanha no skoob deve ter visto que eu dei quatro estrelas ao livro e ia explicar meus motivos para isso aqui. Mas...rsrs... Enquanto relia esses trechos que acabei de colocar senti de novo a emoção intensa que senti durante essas cenas tão terríveis e tão dolorosas, mas também as mesmas cenas que me fizeram amar o mocinho. Que me fizeram passar a entendê-lo e sofrer por vê-lo sofrendo. Então, eu resolvi que vou dar as cinco estrelas ao livro. Estava tentando ser "lógica" quando tirei uma estrela, mas ela a está recebendo de volta somente por causa dessa cena. Da cena do estupro. E não a cena em si... Vou explicar...rsrs... Enfim... Ficou claro que o livro no final das contas vai receber as cinco estrelas?! :)



- Vamos falar da cena agora. O Clayton é um mocinho muito complexo. Não é fácil entendê-lo... Ele ama de forma intensa, possessiva e até doentia (assim como o Ráfaga e o Jason) e o pior de tudo: odeia da mesma forma. Pior ainda se esse ódio for uma mistura perigosa de ódio e amor. E ele tinha um defeito muito grave (tinha, pois a Whitney o fez mudar. Ou melhor, o forçou a mudar...rsrs...): não sabia ouvir o outro lado. A única verdade era aquela na qual ele acreditava e por causa disso, bastou algumas palavras de alguém, para fazê-lo sentir uma fúria tão intensa, que simplesmente o dominou. Ele se recusou, teimosamente, a dar ouvidos ao amor que sentia pela Whitney. Queria odiá-la, se sentia ferido, magoado, dolorosamente traído e não a deixou falar. Simplesmente fez "aquilo". É difícil até mencionar, gente! Foi horrível mesmo. Nossa mocinha tentou tanto fazê-lo parar de agir daquele jeito. Ela chegou a se submeter à vontade dele. Permitiu que ele a tocasse daquela forma que só machucava, tanto física quanto emocionalmente. Ela o amava e achava que era culpada pelo que estava acontecendo... Enfim... E como foi que eu passei a amar o mocinho depois disso? Vou explicar, mas posso dizer, com toda a certeza, que vocês só irão compreender totalmente depois que lerem a cena. Bem... Ele fez o que pretendia e aí descobriu que ela era virgem e que, com aquela atitude, ele estava arruinando a própria vida. Jogando fora todo o futuro que planejou para os dois. Pois ele próprio enxergou, depois que a raiva passou, que nenhuma mulher ficaria ao lado de um homem que agisse como ele agiu. Que se comportasse como um animal cruel e frio. Enfim... E essa cena foi muito dolorosa para mim, pois eu já estava tão envolvida pelo casal, que quase pude sentir toda a dor deles. Foi angustiante. Nossa Whitney reagiu de uma forma que eu não esperava... e que tornou tudo muito pior. Ela, depois que ele fez aquilo, começou a chorar e procurou abrigo, consolo... nos braços dele. Nossa! Foi uma cena muito forte. As emoções davam para ser claramente sentidas... Você consegue sentir a emoção da cena. Ela o abraçou e o puxou para cima dela, chorando, procurando seu consolo. O amava tanto que queria que ele próprio a consolasse. Aliviasse a dor física e emocional que ele próprio havia causado. É impossível não se emocionar... E eu vi o quanto o Clayton estava sofrendo. Quanta dor ele sentiu quando ela fez aquilo e depois, quando confessou seus motivos, e a feriu mais, pois ela não conseguiu entender como ele pôde fazer aquilo baseado somente "naquilo". (como disse, não revelarei o que causou a cena).



Mas eu passei a amá-lo somente por isso? Não. Eu vi o quanto o Clayton estava sofrendo e passei a sofrer também, pois não queria o sofrimento de nenhum dos dois. Depois que vi o Clayton sofrendo, um sofrimento que só alguém que ama muito pode sentir.... Eu enxerguei todo o livro de uma outra forma. Eu passei a entendê-lo, sabe? Mas foi a atitude dele depois que fez eu liberar o perdão e amá-lo muito. Gente, por várias vezes, durante a época do noivado, a Whitney implorou que ele a deixasse ir. E ele, mesmo sabendo que ela acreditava amar o Paul, mesmo sabendo que ela poderia sofrer inicialmente com aquele casamento indesejado... ele não a libertou. Sempre afirmou que jamais conseguiria deixá-la livre. Não podia deixá-la sair da sua vida. (antes eu via isso como egoísmo puro e sentimento de posse, mas depois vi de uma outra forma....rsrs...) Enfim... Mas depois do que fez, depois que sentiu a mulher amada chorando nos seus braços, logo após ele a ter magoado tanto... Ele soube que não podia mantê-la ao seu lado. E eu tive que lutar muito para segurar as lágrimas, pois o sofrimento dele é muito grande. Ainda não sei qual dos dois sofreu mais com a crueldade dele. Ele poderia tê-la obrigado a se casar... Que se danasse os sentimentos dela, ele poderia ter pensado somente em si próprio e a forçado a manter o noivado... Mas ele sabia que não tinha mais nenhum direito. Sabia que tinha ultrapassado todos os limites e não suportaria ver a mulher amada sofrendo por estar presa ao casamento com ele. Ele sofreu tanto, mas tanto... Porém, lutou contra a vontade de mantê-la ao seu lado, de aprisioná-la até receber o seu perdão e a deixou partir. Não só da casa. Ele a libertou do compromisso. Algo que eu jamais imaginaria que ele fizesse... Bem... Vocês devem estar pensando que eu contei tudo, certo? Sei que falei muito, mas a história é bem longa (e cada página vale a pena) e muita coisa acontece. O casal sofre muito, mas tem um final lindo... Final estendido!!! Capítulos extras!!! No livro original o final é frustrante. Mas existe o final estendido e esse sim é muito belo! :)



- Analisando meus próprios sentimentos agora, posso dizer que eu AMO esse livro! Amo o Clayton e desejei protegê-lo dos seus próprios erros. Impedi-lo de causar tanto mal à si próprio. Ele erra muito, gente, mas nem sequer merece nosso desprezo, pois ninguém seria capaz de desprezá-lo tanto quanto ele próprio se desprezou. E amo também a Whitney, pois ela é uma mocinha maravilhosa, que suportou os defeitos do marido, mas não sem fazê-lo mudar. Ela ficou ao seu lado, mas além de oferecer o seu amor incondicional, ela também lhe ofereceu a oportunidade de ser alguém melhor. De aprender a escutar. Ele não sabia. Verdadeiramente, não sabia fazer isso. Existem realmente pessoas assim. E algumas dessas pessoas, não todas, só precisam de alguém que seja muito forte (e paciente) para fazê-las mudar. A Whitney foi incrível! Foi lindo acompanhar o relacionamento desses dois. Foi sim angustiante em vários momentos... Intenso demais... O livro provoca emoções fortes na gente, mas vale a pena. É uma história de amor linda e que fico muito feliz por ter tido a oportunidade de ler. É um livro que com certeza lerei de novo um dia!



- E agradeço à duas pessoas pela indicação dessa série. A Gisele Melo, que num belo dia, durante uma conversa no skoob, me recomendou toda a série Westmoreland. E também a Carla, que apesar de só ter lido o primeiro livro da série, a indicou sabendo que eu a amaria, porque é quase impossível odiar um livro da Judith. Essa autora é sensacional! Muito obrigada, meninas! :D




E dessa vez não vou esquecer de dizer quais livros fazem parte da série! :)





Série Westmoreland:



2- Whitney, Meu Amor.
3- Até Você Chegar.
4- Milagres.


20 comentários:

Anônimo disse...

Luna, vc está ficando uma manteiga derretida!! rsrsrs Estou que não me aguento de vontade de ler esse livro!! Quero muito conhecer esse canalha adorável que faz vc dar 5 estrelas a um livro com estupro. kkkk

Bjs!!
Carla

Apaixonada por Romances disse...

Esse é um livro que me marcou muito!! E com certeza posso considerar um livro muito especial!!
Sabe que me deu vontade de ler de novo!!

Beijos

Luna disse...

Olá meninas!


Carla,


kkkkkkkkkkkkkkkkkkk... E eu estou ansiosa para ler seus comentários sobre o livro no email (vai comentar sobre ele enquanto ler, certo? Por favor!). Quero saber como vc vai reagir diante de algumas cenas. Mas creio que você vai amar esse livro e vai querer proteger o Clayton! :)



Lulu,


Ele é realmente muito especial e eu entendo sua vontade de lê-lo de novo. Livrinhos tão maravilhosos e intensos são raros e a Judith sempre nos faz amar suas histórias. Elas sempre nos marcam.


Bjs!

Anônimo disse...

Vou comentar, sim. Prometo! rsrsrs

Bjs!

Carla

ALEXIS disse...

Luna, adorei a sua resenha.
Também fiquei com vontade de reler, kkkk
Eu relutei em ler esse livro pois ouvia comentários muito negativos sobre o odioso Clayton. Mas um dia resolvi ler e ver qual é, sabe?! Simplesmente não consegui odiá-lo. Claro, como vc falou, ele erra muito e há certas coisas que imperdoáveis, como a surra e o estupro.
Mas de um modo geral eu tbm amei o Clayton!
Tenho essa série em ebook. Falta ler Reino dos Sonhos.
E segundo fiquei sabendo, em setembro, a Editora Record vai lançar a reedição de Withney, Meu Amor com final estendido e tbm Agora e Sempre!
Aguardemos.
bjus flor

Luna disse...

Olá Alexis!

Eu entendo... Ele consegue invadir nossos corações...rsrs...

Em setembro???!!! Ai, Deus! Eu preciso desses livros! :D


Bjs!

Anônimo disse...

Eu ouvi que é em Novembro o da Whitney e em Dezembro "Um Amor Maravilhoso" (que não sei se vai sair com este título). Agora qual a informação correta, isso já não sei.

Bjs
Carla

Luna disse...

Olá Carla!


Eu prefiro que seja "Whitney, Meu Amor" e "Agora e Sempre". Adoro o livro "Um Amor Maravilhoso", mas entre ele e o livro do Jason... Mil vezes o do Jason! rsrs...


Obrigada pela informação! :)


Bjs!

Faby - Adoro Romances de Aracaju. disse...

Luna,
Vc acertou neste super livro!
Com certeza um clássico da literatura romântica!
RARO demais uma pena, achar esse livro é mais difícil do que ver o Lula. kkkkk
E realmente vai ser relançado!
Aí vou ter o meu impresso!

Victoria's Secret girls disse...

Oi Luna
Ainda estou chocada comigo mesma pois eu amei o Clayton desde o começo do livro. E quando digo chocada é chocada mesmo pois ele é tão arrogante e fez o que fez. Mas quando cometeu o ato imperdoavel, que eu não me lembro de ter perdoado em mais nenhum romance, eu já o amava tanto e via que estava sofrendo que foi impossivel não perdoar. Durante todo o livro cada vez que ele fazia algo estupido eu tinha vontade de entrar no livro e impedi-lo porque sabia que ele seria quem mais sofreria e quando sofria tinha vontade de dar colo. Amava a forma como o relacionamento deles ia se desenvolvendo e como ele amava na Whitney aquilo que os outros achavam defeito. O Paul esse sim odiei o livro todo. Era um fraco e cego que merecia ficar sozinho. Na verdade o Clayton só me irritou quase no final do livro quando tratou a Whitney daquele jeito e pensou fazer com ela aquelas coisas todas. Aí me irritei e tive vontade de dar uma lição nele mas a Whitney deu a lição sem precisar da minha ajuda rsrs. Depois ele se arrependia e dava desculpas para si mesmo para não fazer aquelas maldades e eu morria de rir com o conflito dele. Amei o livro.
Esqueci no outro comentário de dizer meu nome é Cris.

Luna disse...

Olá, Cris!


rsrsrs... Eu entendo. Eu também já passei por situações assim, de gostar de um mocinho que não deveria gostar, desde o início.kkkk... Sei como é. E o Clayton é um caso sério. Ele é muito complicado, agressivo, mas é irresistível. Tem algo nele que desperta nosso instinto protetor.rsrs... E é um mocinho da Judith! Isso já diz tudo.rs...

Você já conheceu o Jason, do livro Agora e Sempre? Outro mocinho complexo e agressivo que nos conquista. O Jason é meu "bebê" até hoje. :D


Bjs!

Victoria's Secret girls disse...

Ainda não li "Agora e Sempre" mas está na minha lista. Agora tou com um tempinho então vou ler mais. Mas primeiro ainda quero ler os outros 2 livros da serie Westmoreland que não li, estou amando essa serie. Depois irei conhecer o Jason e se me conquistar como o Clayton você terá que dividi-lo comigo rsrs
Bjs
Cris

Luna disse...

kkkkkkkkkkk...


Ok! Só não tem permissão para tentar roubá-lo de mim! Dividir, eu divido! Mesmo com dor no coração!kkkkkkk...

Luciana disse...

to lendo a parte onde ele bate nela com o chicote, é muito tenso!!!!!!

Legião disse...

Acabei de ler o livro é adorei, o livri é intenso, é chegamos sentir os sentimentos dos personagens. Pensei que ia achar muito forto a cena das chicotadas, mais não achei, achei ate leve, não que ela tenho merecido mais poderia ter cido pior, mais me compadeci dela na ceda do estupro achei muito corvadia do Claiton, mais logo depois tive pena dele.
O livro é otimo e recomento para todos

Salma disse...

Olá Luna!

Muito bom a sua resenha, porém você cometeu um erro GRAVÍSSIMO!

A cena em que o Clayton quer ensinar a Whitney sobre o cavalo surrando-a com o chicote, simplesmente NÃO acontece.

NÃO HÁ AGRESSÃO!

Observe o trecho:
"- Vou parar quando você pedir desculpas. Nem um minuto antes. - Clayton advertiu, esperando que ela proferisse rapidamente o pedido de desculpas. em vez disso, ela permaneceu calada. Clayton sentiu-se tão atiçado pelo silêncio teimoso e pela indiferença arrogante da moça que levantou o braço. o chicote cortou o ar antes que se desse conta do que estava fazendo, e INTERROMPEU O MOVIMENTO. Clayton então ARREMESSOU o chicote, mas não antes que todo o corpo dela tencionasse frente a proximidade do golpe, deixando escapar um lamúrio sufocado. Indignado com o próprio comportamento e com o dela, ele a segurou com força pelos ombros e a sentou em seu colo, de frente para ele.
Whitney o encarou através de uma névoa de lágrimas de ódio, furiosa por ter demonstrado aquele pequeno e humilhante sinal de fraqueza apenas UM SEGUNDO ANTES DE ELE JOGAR O CHICOTE PARA LONGE...”

Como você pode observar, nesse trecho está explicito que não houve surra, ele se arrependeu quando a viu estremecer o corpo diante da possibilidade da surra.

A palavra ARREMESSAR aqui, foi jogar o chicote pra longe, e não no corpo dela.

Chamei atenção a esta parte para que você não leve suas leitoras a acharem uma coisa que não aconteceu... Mais atenção da próxima vez!

=)

Luna disse...

Olá, Salma!


SIM. A cena da SURRA, infelizmente, EXISTE SIM. Acontece que a edição que você leu foi alterada pela Judith McNaught, autora do livro. Eu li uma versão mais antiga, que ainda não havia sido alterada. A autora, por se sentir incomodada com uma cena que ela própria colocou na história, resolveu tirar essa cena anos depois. Mas aí já era tarde, pois muita gente já tinha lido o livro.

Segue abaixo a versão da edição antiga que, para mim é a versão original, pois não concordo com o que a JM fez, embora a história é dela e ela tenha direito de alterar o que bem quiser:

"— Vou parar de bater quando você pedir desculpas, não antes — ele avisou.

Ergueu o braço, e ela imaginou, aterrorizada, quanta proteção lhe ofereceria as saias do traje de montaria, então teve a resposta, quando o chicote sibilou no ar, DESCEU sobre as camadas de tecido e ATINGIU SUA CARNE TENRA. Clayton fez uma pausa, esperando que ela se desculpasse.
Whitney cerrou os dentes. Ele poderia bater-lhe até deixá-la inconsciente, que ela não pediria desculpas. Nunca! O BRAÇO DELE SUBIU, O CHICOTE DESCEU SOBRE AS NÁDEGAS DELA. Outra pausa...
OS GOLPES SUCEDERAM-SE. Através de ONDAS DE DOR AGUDA, Whit­ney contava: TRÊS, QUATRO, CINCO. A essa altura, estava SOLUÇANDO e, na SEXTA VEZ EM QUE O CHICOTE ATINGIU-A, ESTREMECEU, DEIXANDO ESCAPAR UM GRITO. Clayton esperou.

— Pare! — ela gritou, então amaldiçoou-se pela fraqueza, pois notou que ele atirara o chicote para o lado."


Como pode ver, o Clayton que eu conheço, não foi tão bonzinho como o Clayton que a autora resolveu criar depois. O Clayton do trecho que você colocou é um estranho para mim e para muitas outras leitoras.

Acabei por não cometer o erro que você mencionou, Salma.rsrs...


Bjs!

Salma disse...

Opaa..

Quase morri aqui!
Que HORROR!!!!

Coooomooo que ele fez isso com a Whitney, coitada!

Li a nova versão, saída esse ano, no finalzinho do livro a autora diz que aumentou e modificou algumas partes, nao imaginei que ela teria alterado essa. Desculpe-me!

Mas sinceramente, meu amor pelo Clayton diminuiu depois dessa, viu... hehehehe

Obrigado por me responder, e aliás, suas resenhas são ótimas!

Bjoo de uma leitora assídua, e já fã do seu blog!

=)

Luna disse...

Olá, Salma!


Muito obrigada! :)


O Clayton errou muito com a Whitney, mas apesar de tudo eu o amo.rsrs... O odeio, mas também o amo muito.


Bjs!

fa.cullen disse...

Olá, alguém teria a verso original para me enviar? Não gosto quando os autores mudam o eu escreveram. fa.cullen@yaho.com.br

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