O AMOR VERDADEIRO JAMAIS MORRE!

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O coração de uma mulher é um oceano de segredos

domingo, 18 de dezembro de 2011

Marcaram novembro 2011:



- Olá, gente!

- Eu sei... Estou um pouco sumida, não é? Mas não abandonei vocês. Em breve publicarei mais resenhas. :)

Hoje estou vindo falar dos livros que mais me marcaram em novembro. Aqueles que vão ficar na memória seja por um bom ou mau motivo. E quando parei para pensar em quais livros mereciam fazer parte deste post, sequer pensei duas vezes. Já sabia quais eram os livros. "Até Você Chegar" poderia fazer parte deste post como livro que marcou positivamente, mas como eu só podia escolher um... "Uma Luz na Escuridão" acabou sendo o escolhido. 

- Por quê?! Quem leu o livro ou minha resenha, sabe: esse livro é muito mais do que marcante. É um livro profundo, com personagens profundos que sofreram muito na vida, mas que não jogaram fora a segunda chance que receberam da vida. Eu sequer posso me imaginar na situação da Maggie ou do Rafe. Creio que não teria forças para suportar tudo que esses dois suportaram. E o que mais marca é que eles continuam sendo pessoas incríveis, completamente dignas de serem amadas, apesar de tudo pelo que passaram. Não foi pouca coisa. Maggie foi estuprada e espancada durante anos e aguentou tudo sozinha para proteger a irmã pequena. Pois ninguém quis socorrê-la. Precisavam de provas para que ela conseguisse tirar a irmã daquele ambiente maldito. E ela não tinha provas. Ela teve que aguentar. Fugir com a irmã não era uma opção, pois ela seria encontrada por aquele sádico e as coisas só seriam piores. Ela pediu ajuda a Deus, mas achou que ele não a estava escutando. Porém, independente de qualquer coisa, Maggie continuou sendo uma pessoa preciosa, uma pessoa que não merecia nem metade do sofrimento pelo qual tinha passado. E foi por isso que ela encontrou o Rafe, verdade? Depois de tudo pelo que passou sem merecer, o Rafe era o presente ideal. Aquele que a completaria. Ninguém mais poderia entendê-la e amá-la como o Rafe. Ninguém mais a aceitaria, com o passado amargo que ela carregava, como o Rafe aceitou. Ninguém mais cuidaria dela como ele cuidou. Ele foi feito especialmente para ela. Eles se mereciam demais. 

"Por favor, Deus, ajuda-me. Quantas vezes tinha chorado na almofada , sussurrando aquelas palavras a um Deus que há muito decidira que não a ouvia?" (página 224) 

- Também nunca conseguirei esquecer essa frase. Sempre que a leio, imagino o sofrimento da Maggie e isso ainda machuca. Só lendo o livro você poderá entender porquê. O livro transborda emoção. Nos atinge de uma forma que não dá para explicar. Ele invade nossas vidas e faz com que amemos esses personagens tão queridos e tão machucados. A Maggie é uma personagem que nunca poderei esquecer. Nunca poderei esquecer o que ela fez pela irmã e o que fez pelo próprio filho. Nunca conseguirei esquecer dela alimentando o filho apesar da fraqueza e da dor insuportável que sentia. Ela é uma verdadeira heroína. Valiosa e inesquecível. 

E o que falar do Rafe? Ai, gente! Daqui a pouco esse post vai se transformar numa segunda resenha do livro...rsrs... Como poderei esquecer esse personagem, gente?! Um homem que tinha sido destruído pela vida. Que tinha perdido tudo. Até a vontade de viver. Respirar era um verdadeiro tormento para ele. Ele só queria esquecer tudo. Ele só queria fingir que aquela vida vazia e terrível não passava de um pesadelo. Que em algum momento ele iria acordar e sua família estaria viva e feliz. Que sua Susan ainda estaria ali. Que seus dois filhos estariam dormindo seguros na cama. Que nada poderia ameaçá-los. Porém, a realidade era outra. Um terrível acidente tinha levado Susan e seus filhos. E eles não voltariam. E a gente sente a dor dele. Pelo menos, conseguimos sentir parte dela. Uma parte pequena, pois só quem passa por algo parecido pode realmente sentir tudo que o Rafe sentia. Mas a parte que conseguimos sentir é quase insuportável. Dói muito ver o Rafe sofrendo. Queremos abraçá-lo, fazer toda aquela dor passar. Mas, felizmente, a Maggie aparece na vida dele para curá-lo daquela dor. Para fazê-lo voltar a viver, pois ele estava mais morto do que qualquer outra coisa. Ele tinha perdido tudo. Tudo mesmo. O que ficou não compensava sua perda. Além de perder a mulher que amava, ele perdeu os filhos. Sua razão de viver. Mas Maggie surge na sua vida, machucada tanto física quanto emocionalmente. Ela precisava dele. E o filho dela também precisava. Enfim... Acho que já é hora de eu parar de falar...rsrsrs...


" - Você é religiosa?

- Acredito na existência de Deus, sim.


Piscou-lhe o olho.- Está a ver? Já temos uma coisa em comum. Eu também sou crente. Mas mesmo que não fosse, acho que acreditaria nalguma coisa. Para algumas pessoas, é o universo. Para outras, é um poder superior. Independentemente disso, estou convencido de que há alguma coisa, chame-lhe destino ou Deus ou guardião ou atracção da Lua, que intervém na nossa vida. As coisas acontecem por uma razão. 

-Aonde é que quer chegar?

Os seus olhos azuis sustentaram os dela." (página 126)

- Acho que Deus olhou para baixo e decidiu que eu tinha coisas melhores para fazer do que fazer meu cérebro em pickles com whisky.  - O sorriso desapareceu e a expressão dos seus olhos tornou-se solene. - Eu não podia passar sem a Susan e os meus filhos, Maggie. Por alguma razão, era a altura de eles irem e não havia nada que eu pudesse fazer para o impedir. Vivi com as recordações, sentindo-me zangado e desamparado e inútil... e a perguntar a mim mesmo pelo menos umas mil vezes por que diabo não tinha morrido também. Agora, acho que sei. Posso fazer a diferença para si, para o Jaimie e para a Heidi, uma menina que sequer conheço." (página 127)




E qual livro marcou negativamente???!!! 





- Só lembrar desse livro já me irrita. Lê-lo foi um tormento e eu fiquei muito mais do que decepcionada com a Lynne Graham. Ela é uma das minhas autoras mais queridas. Eu adoro os livros dela, com mocinhos que se acham Deus, humilham a mocinha, mas no final acabam quebrando a cara e percebendo que além de serem apenas mortais ainda são completamente tontos. Porém, ao criar o livro "Fogo Eterno" a Lynne Graham exagerou. Além de criar a pior mocinha que ela poderia criar (nenhuma mocinha da LG é tão insuportável quanto a Billie), ela ainda criou um mocinho totalmente sem moral. Nenhum dos dois vale nada, sabe? O Alexei é um mulherengo egoísta que só pensa em si próprio. E a Billie vive em função do Alexei. Nada mais importa para ela. Ele é o seu único amor e quando teve que escolher entre o filho e o Alexei, escolheu ficar com o Alexei. Ela rejeitou o filho desde o início e o deixou quando o Alexei mandou ela deixar. Eu a odeio. Odeio de verdade. Para mim, ela não passa de uma vadia que não merecia ser mãe. Não sabe ser mãe. Fez todos acreditarem que aquele bebê não era dela. E ela não tinha fortes motivos para agir como agiu. Ela teve vergonha do bebê, por ele ter nascido fora de um casamento. Por ela ser mãe solteira. O que as pessoas que a conheciam iriam pensar se soubessem que aquele bebê era dela? Iriam dizer que ela era igualzinha a mãe, verdade? A mãe dela que estava sempre com um homem diferente e que também teve uma filha sem ser casada. Iriam dizer que ela era uma cópia perfeita da mãe. E ela não queria isso, por esse motivo escondeu que o filho era dela. Rejeitou o próprio filho por não suportar lidar com as consequências dos próprios atos. Ela não vale um centavo. Por isso combina com o Alexei. Nasceu exclusivamente para ele. 

Para saber mais claramente porquê odeio esse livro, confira minha resenha sobre ele. Infelizmente, me incomoda voltar a falar desse livro. 

Enfim... É isso. Até breve! :)

Bjs!

2 comentários:

Bruna Fernandes disse...

Não conheço os livros mas fiquei interessada em ler o primeiro!
bjs

Jessica Oliveira disse...

Fogo Eterno foi um dos poucos livros da LG que me deram nos nervos.A parte em que o Alexei manda ela escolher entre o filho e ele, e ela escolhe o Alexei, putz me deu uma raiva danada. Acho que nada justifica a escolha dela, sem falar também que ele é uma porta de tão ignorante.
Mas apesar dos pesares eu gostei da estória, acho que a LG desperta meu lado masoquista, só pode! rsrsrs

Beijos!!

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