O AMOR VERDADEIRO JAMAIS MORRE!

O AMOR VERDADEIRO JAMAIS MORRE!
O coração de uma mulher é um oceano de segredos

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Um Perfeito Cavalheiro - Julia Quinn

(Título Original: An Offer from a Gentleman
Tradutora: Cássia Zanon
Editora: Arqueiro
Edição de: 2014)


Série Os Bridgertons 3/8

Sophie sempre quis ir a um evento da sociedade londrina. Mas esse parece um sonho impossível. Apesar de ser filha de um conde, ela é fruto de uma relação ilegítima e foi relegada ao papel de criada pela madrasta assim que o pai morreu.

Uma noite, porém, ela consegue entrar às escondidas no aguardado baile de máscaras de Lady Bridgerton. Lá, conhece o charmoso Benedict, filho da anfitriã, e se sente parte da realeza. No mesmo instante, uma faísca se acende entre eles. 

Infelizmente, o encantamento tem hora para acabar. À meia-noite, Sophie tem que sair correndo da festa e não revela sua identidade a Benedict. No dia  seguinte, enquanto ele procura sua dama misteriosa por toda a cidade, Sophie é expulsa de casa pela madrasta e precisa deixar Londres.

O destino faz com que os dois só se reencontrem três anos depois. Benedict a salva das garras de um bêbado violento, mas, para decepção de Sophie, não a reconhece nos trajes de criada. No entanto, logo se apaixona por ela de novo. [...]

Agora os dois precisarão lutar contra o que sentem um pelo outro ou reconsiderar as próprias crenças para terem a chance de viver um amor de conto de fadas.


Palavras de uma leitora...


Os sonhos, às vezes, podem simplesmente se realizar...


- Sophie não conseguia se recordar de um único momento de sua vida em que tenha sido amada. Mas podia lembrar-se com clareza de quantas vezes sonhara em ser querida por alguém, sobretudo por um pai que jamais a reconheceu e preferia passar a maior parte do tempo ignorando a sua existência. 

Ela havia sido deixada na casa do pai quando tinha apenas três anos e, embora ele não a tivesse jogado na rua, nunca fora ou quisera ser um pai para ela. Desde muito nova ela conseguiu perceber que era filha daquele homem, mas nem quando estavam a sós, podia chamá-lo de pai ou sentir o calor de seus braços, ouvi-lo contar uma história antes dela dormir ou simplesmente dizer que a amava e sentia muito por ela ter nascido fora dos laços matrimoniais e ter que carregar o estigma de ser uma filha ilegítima. Nunca, jamais, ele lhe demonstrara qualquer carinho. Tudo que ela podia ver nele era um senso de responsabilidade que o forçara a inventar que ela era sua pupila e prover sua educação e sustento. 

Sophie tentava fingir que não se importava, mas, aos dez anos de idade, mal conseguiu conter a esperança e a alegria ao saber que seu pai se casaria e que, com a nova esposa, também viriam duas crianças. Em seu coração ela não pôde sufocar o desejo de finalmente ter uma família, uma mãe que a amasse, irmãs com quem pudesse brincar e, talvez, até mesmo um pai, já que se casando ele passaria mais tempo presente. Mas todas as suas esperanças foram cruelmente destruídas poucas horas depois, quando sua madrasta deixara mais do que claro que nunca seria uma mãe para ela e que a considerava pouco menos que um lixo. 

Com a morte do pai, quatro anos depois, a vida dela se tornara um inferno ainda pior, pois ela rapidamente deixou de ser a pupila do pai e passara a ser uma criada na casa de sua madrasta, que não perdia uma única oportunidade de humilhá-la e tentar apagar o brilho que ainda existia nos olhos de Sophie, por mias tênue que fosse. 

Com o coração em pedaços e a alma profundamente ferida por todos os golpes que recebera ao longo de sua infância, tudo que Sophie queria era deixar de sonhar, já que isso nunca a levara a lugar algum, exceto, é claro, às lágrimas. Mas, quando o baile mais esperado e cobiçado é anunciado, ela percebe, de repente, que os sonhos podem sim se realizar... nem que seja por uma noite

"Estava tão errada em querer uma noite apenas de magia e amor?"

Quando desejara com todo o seu coração poder ir àquele baile de máscaras, Sophie nunca imaginara que isso pudesse ser possível. Afinal de contas, ela era uma criada. E ainda que não o fosse, nunca seria aceita num ambiente como aquele, pois a sua ilegitimidade não era algo que a sociedade de bem estivesse disposta a perdoar. 

Mas quando a governanta da casa, juntamente com vários criados, conseguira para ela o mais perfeito vestido e, em poucos minutos, a transformara na princesa de conto de fadas que ela sempre ansiara ser, Sophie não pôde fazer outra coisa senão sorrir e sonhar... apenas mais uma vez. Por uma única noite.  

"Por algumas horas, pelo menos, Sophie poderia fingir que era possível que aquele cavalheiro fosse dela e que, daquele momento em diante, sua vida seria modificada para sempre. 

Não passava de um sonho, mas fazia muito tempo que ela se permitira sonhar pela última vez."

Ao chegar àquele baile, Sophie não sabia o que o destino lhe reservava... tudo que ela sabia é que, fosse o que fosse, ela aproveitaria a sua oportunidade. Aquela noite era dela. E era mágica. Ela podia sentir a magia em cada canto daquela casa, ainda mais intensa ao olhar para ele pela primeira vez... Ao ouvir sua voz. Ao vê-lo sorrir para ela como se ela fosse única. Especial. Sua. Para sempre. 

"- Venha - disse ele. - Dance comigo.
Ela deu um passo para a frente e ele soube que sua vida havia sido mudada para sempre."


Benedict fugia do casamento como o diabo foge da cruz. Não que ele tivesse algo contra os laços matrimoniais. Longe disso. Sua infância e o casamento de dois de seus irmãos eram provas mais do que suficiente de que era possível ser feliz ao lado de uma outra pessoa. Não era disso que ele tinha medo. Não era de dividir sua vida com alguém, ou estar "preso". Na verdade, não era sequer medo o que o fazia fugir, mas sim a necessidade de se casar por amor, por mais tolo que aquilo pudesse parecer. Mas ele apenas não podia se contentar com algo menos do que alguém que o completasse, que o fizesse sentir aquela alegria tão mágica que seus pais sentiram e que seus irmãos também sentiam. Ele queria ser feliz. Completo. Amado. E enquanto não encontrasse a mulher da sua vida, não se casaria. Ainda que para isso ele necessitasse fugir da própria mãe. 

"[...] a curiosidade foi mais forte e ele se virou. Nesse momento, viu uma mulher que devia ser a mais espetacular de todas em que já pousara os olhos.[...]

A beleza dela vinha de dentro.
Ela brilhava. Cintilava.
Era absolutamente radiante, e Benedict de repente se deu conta de que era porque parecia... feliz. Feliz por estar onde estava, feliz por ser quem era. 
Feliz de uma forma que Benedict não conseguia se lembrar de ter sido. [...]

Ao vê-la pela primeira vez, Benedict soube o que era se sentir perdido e ao mesmo tempo saber que finalmente se achara. Soube o que era sentir como se pelo seu mundo houvesse passado um furacão... e ao mesmo tempo sentir que tudo finalmente estava onde devia estar. Soube o que era sentir que... tudo parecia certo. Perfeito. E que aquela mulher tinha nascido para ele. Assim como ele nascera para ela. Era piegas? Talvez. Ridículo? Com certeza. Mas ele queria ser ridículo ao lado dela, para sempre. Porque o que ele não suportaria seria uma vida sem ela...

" - Esta noite eu estou transformada - sussurrou ela. - Amanhã, eu desaparecerei. 
Benedict a puxou para perto e deu um beijo breve e suave na sobrancelha dela. 
- Então teremos que fazer uma vida inteira caber nesta noite."

Ainda que sentisse em seu coração que ela lhe escaparia... que tinha aparecido em sua vida apenas para partir logo depois de roubar seu coração... ele não pôde deixar de sonhar. E acreditar que poderia tornar aquela noite eterna. Fazê-la durar por toda a sua vida. Só queria senti-la em seus braços. Dançar com ela, abraçá-la... apenas tê-la ali. Sua simples presença o fazia sentir-se vivo. Será que era pedir demais que a noite nunca acabasse? 

"E, o tempo todo, seus olhos permaneceram presos aos dele.
- O que está sentindo? - quis saber Benedict.
- Tudo! - retrucou ela, com uma risada.
- E o que está ouvindo?
- A música - Sophie arregalou os olhos de empolgação. - Estou escutando a música de uma forma que nunca tinha experimentado antes.
Ele puxou-a mais um pouco e o espaço entre os dois diminuiu vários centímetros. 
- O que está vendo? - indagou.
Sophie tropeçou, mas não tirou os olhos dos dele em nenhum momento.
- Minha alma - sussurrou. - Estou vendo minha alma."

Mas a noite chegou ao seu fim. E, à meia-noite, ela partiu. Levando com ela o seu coração. E o deixando mais só como ele jamais se sentira em toda a sua vida. Mas nem mesmo o passar dos anos foi capaz de apagar as lembranças dos momentos que passaram juntos... e nem destruir sua esperança de um dia voltar a vê-la. Porque ele sabia que esse momento chegaria... e jamais se casaria com uma mulher que não fosse ela. Ainda que sua mente não registrasse tal decisão, seu coração já sabia

"- Acho que vou beijá-la - murmurou ele.
- Acha?
- Acho que preciso beijá-la - acrescentou Benedict, parecendo não acreditar direito nas próprias palavras. - É como respirar. Não há muita escolha."

"Ele tocou o queixo dela.
- Deixe-me ser o seu leme."

- Será que eu ainda sou capaz de falar? Pensar? Fazer qualquer coisa que não seja sentir e respirar esta história? Faz várias horas que terminei a leitura deste livro, mas ainda sinto, vivo e respiro cada momento como se ainda o estivesse lendo... como se fizesse parte dele. Não quero que este sentimento passe. Quero que permaneça para sempre. Me impossibilita de fazer qualquer outra cosia, mas é um sentimento delicioso... mágico. Muito mais do que único. É algo que me arrebata e me faz sorrir ao mesmo tempo que sinto as lágrimas escorrerem. Lágrimas de puro amor por esta história. Lágrimas de pura felicidade por ter tido o privilégio de conhecer a Sophie e o Benedict, a história deles e este amor que eu pude sentir ao virar de cada página... ao presenciar uma simples troca de olhar. Um sorriso. Um leve beijo. Um abraço. Não houve um só instante, em que eu não pudesse até mesmo tocar no amor que eles sentiam. Sim. A magia presente nesta história é tão especial que eu pude realmente sentir que estava lá... eu pude vê-los... e sentir que aquele amor era tão grande ao ponto de ser palpável. Talvez eu esteja um tanto louca. Mas estou simplesmente amando cada instante de loucura. Suspiros...

"Ele a amava. Não sabia como acontecera, só que era verdade."

- Não sei nem por onde começar... E não creio que pelo início seria suficiente. Nem pela metade, ou pelo fim. Nem mesmo pelo felizes para sempre que existe em todos os contos de fadas. Simplesmente não há como começar. Ou o que dizer. Nunca brinco quando digo que não importa o que eu fale sobre um livro especial, jamais conseguirei expressar nem sequer um pedacinho de tudo que sinto, de tudo que a história representa. Sempre falo isso com toda sinceridade. Porque é simplesmente impossível colocar em palavras tanta... magia. É algo que apenas podemos sentir. Nada mais. 

- Será que alguém aqui sabe o quanto eu amo os contos de fadas? Não?! Pois bem. Eu sou simplesmente apaixonada por aqueles contos que nós ouvimos quando crianças! E não tenho a mais leve vergonha de admitir isso. São surreais? Fantasias? Ilusões? Sim. Eu sei de tudo isso. Mas a realidade eu já vejo no dia a dia. E até mesmo quando leio livros como No Escuro, Identidade Roubada, Confie em Mim, Não Conte a Ninguém, etc, etc, etc... Vejo a realidade clara, ou melhor obscura, ao ler estas histórias. E, sinceramente, em muitos momentos eu não quero a realidade. Quero a fantasia. A ilusão de ler uma linda história de amor. Com todo aquele sentimento, e magia, tão típicos dos contos que eu tantas vezes li e assisti em filmes quando criança. Não é à toa que a série Once Upon a Time ganhou meu coração. E não é à toa também que eu sempre fico com os olhos grudados na TV quando tenho a oportunidade de assistir um filme inspirado nessas histórias. Eu as amo. Demais. Mas não há conto que eu ame mais do que o da Cinderela. Não sei explicar meus motivos. Simplesmente é a história que sempre me fascinou. Aquela mais querida, sabe. Por esse motivo, fiquei mais do que louca para ler Um Perfeito Cavalheiro. Uma história inspirada no conto da Cinderela. Escrita pela Julia Quinn. Não necessito dizer mais nada!rsrs...

"Ele não precisava sequer vê-la ou ouvir sua voz, ou mesmo sentir seu perfume. Só precisava saber que ela estava lá."

- Amar esse casal foi fácil. Natural. Creio que os amei desde o princípio. Os dois simplesmente invadiram meu coração e decidiram ficar. Sophie era a menina que eu quis proteger e por quem eu sentia as lágrimas arderem em meus olhos. A vida dela era tão terrível, tão dolorosa que em nenhum momento eu pude ficar indiferente. Vê-la sonhar com uma mãe, com um pai... com a família que qualquer criança deseja e merece ter, partiu meu coração em vários pedaços. Porque eu sabia que ela não teria isso. Eu sabia que ela seria desprezada e maltratada dentro de sua própria casa. Eu só não sabia que o ódio que eu sentiria pela madrasta dela seria tão intenso. Em muitos momentos eu me peguei lhe desejando uma morte bem lenta e dolorosa... o mais dolorosa possível. Não existia um pingo de instinto maternal dentro daquela víbora. Ela era a maldade em pessoa. Alguém que eu diria que sequer possuía um coração. Em suas veias com certeza não corria sangue. Na minha opinião, ela era uma vilã perfeita. E por isso com passagem só de ida para os quintos de todos os infernos! Eu quis arrancar a Sophie daquela casa, de um ambiente tão cruel e carente de amor. Vê-la sofrer realmente me doeu muito e me senti aliviada no momento em que a bruxa a expulsou de casa. Qualquer lugar, seria melhor do que aquele. E eu sabia, é claro (risos), que ela logo, logo, reencontraria o seu príncipe, digo, Benedict.rsrs...

"- Eu posso viver com você me odiando - disse ele em direção à porta fechada. - Só não posso viver sem você."

- Amar o Benedict também foi fácil... e inevitável. Mas no caso dele, eu tinha reservas. Muitas reservas! Eu já conhecia a história, de certa maneira. Não só por ela ser inspirada no conto da Cinderela, mas também porque uma amiga muito querida já tinha lido o livro e compartilhado seus sentimentos por ele comigo. Nós duas costumamos ter o gosto muito parecido quando se trata dos mocinhos das histórias que lemos. É muito, muito raro não pensarmos parecido sobre um mocinho. Só no que se refere às mocinhas, é que certas vezes discordarmos.rs Então, quando ela me falou sobre o que sentiu pelo Benedict, eu tive quase certeza que o odiaria. Pois se eu o visse como ela viu, eu o desprezaria com todas as minhas forças. Ela não chegou a odiá-lo. Apenas ficou muito decepcionada com ele e não conseguiu aceitar certas atitudes dele. Mas eu... se o visse como ela viu, simplesmente o odiaria. Por ele destruir meu conto preferido, por não ser digno de ser mocinho de uma história assim. Eu comecei a leitura disposta a odiá-lo... mais do que preparada para isso. Mas li o início... e ali, ele já havia me conquistado. Completa e irremediavelmente. Por mais que as reservas tenham permanecido e eu ficasse esperando que ele me decepcionasse, bem no fundo do meu coração eu já sabia que isso não aconteceria...

"Eu quero... - A voz dele virou um sussurro, e seus olhos pareceram vagamente surpresos, como se ele não conseguisse acreditar nas próprias palavras. - Eu quero o seu futuro. Cada pedacinho seu."

- Eu acredito que se eu tivesse lido esta história num momento diferente (não durante a época do Natal. Sensibilizada, contagiada por esse momento), talvez tivesse sentido raiva do Benedict por algumas coisas. Raiva sim, ódio nunca. Nada disso aconteceu durante a leitura. Não houve um só instante em que eu tenha sentido sequer raiva dele. Eu compreendi cada um dos seus pensamentos e atitudes. Ele comete erros? Claro que sim. Como todos nós. Como qualquer ser humano. Só que mais do que errar, ele sabia se arrepender de seus erros e tentar ser melhor. Não por ele mesmo. Não por sua consciência. Mas... por ela. Pela mulher que ele amava. Pela mulher para a qual ele tinha nascido. Vê-lo tentando acertar, vê-lo lutando contra a vida para a qual tinha sido educado, vendo-o disposto a romper com o que conhecia e mergulhar numa vida que seria cruel com ele também, me tocou profundamente. Me emocionou demais. Eu vi verdade no Benedict. Desde quando ele a viu pela primeira vez. Ele passou pouco tempo com ela. Menos de duas horas. Mas ele não foi o único a sentir que era como se eles sempre se conhecessem. Como se sempre tivessem feito parte um da vida do outro. Eu percebi isso. E pude entender perfeitamente o seu desespero para reencontrar a sua dama misteriosa. Alguém que ele sequer sabia como se chamava. Alguém que ele não tinha sequer visto o rosto por completo. Sim. Era um baile de máscaras e ela estava usando uma meia máscara que não o deixava sequer saber a cor dos seus olhos. Além da iluminação dificultar tudo, a própria máscara o impedia de enxergar o rosto da mulher que mexera com seu coração. Da sua mulher. E, sinceramente, isso foi ainda mais lindo para mim. Ele não se apaixonou por sua beleza. Ele se apaixonou por ela. Pela pessoa que ele sentiu antes mesmo de ver. Pela mulher que ele conheceu antes de conhecer, entendem? E depois... quando a reencontra dois anos depois (não três como a sinopse diz e sim dois), ele se apaixona por ela de novo. Sem saber quem ela era. Quando tudo o que sabia sobre ela era que ela era uma criada e, por esse motivo, proibida, inalcançável. Inadequada. Só que o coração não liga a mínima para esses detalhes, para obstáculo algum.rs... E de repente, ele se viu dividido. Entre Sophie e a dama misteriosa. Entre a criada e a mulher do baile de máscaras. Ele se apaixona por ela duas vezes. Quando ela é as duas coisas. Perdi a conta de quantas vezes eu suspirei e sorri como uma boba por causa disso. Do fato de ele sempre tê-la amado. Independente de quem ela fosse. Quando percebeu que a amava, gente.... Ele passou por um momento muito doloroso, que nós só conhecemos mais profundamente depois. Ele soube que teria que fazer uma escolha. Sophie... ou a mulher do baile? Sabia que não podia ter as duas, e o deixava muito confuso amar duas mulheres quando ele sempre acreditara que só existia um alguém que completasse uma outra pessoa.rsrs... O Benedict é simplesmente perfeito! Lindo, maravilhoso, terno e dedicado como poucos mocinhos. É uma espécie ameaçada de extinção.kkkkkkkkkk.... 

Enfim... Para mim, os erros dele apenas completaram a história. Porque lhe deram a chance de tentar consertá-los. E até mesmo de se colocar no lugar dela e sentir o que ela sentia. E me permitiu acompanhar tudo isso. Foi lindo. Foi impressionante... único. Eu queria recomeçar a leitura toda de novo. Reviver tudo. Cada momento. E estou pensando seriamente em fazer isso ainda este ano.kkkkkkkkk... 

- Esta história é mais do que digna de cinco estrelas. Na verdade, cinco estrelas é pouco. Totalmente insuficiente. Além da história em si ser incrível e completa, com protagonistas maravilhosos, também possui coadjuvantes inesquecíveis, como a mãe do Benedict, por exemplo, que neste livro, mais do que nos outros dois, nos mostrou seu interior, a pessoa maravilhosa que é e que merecia seu próprio livro. Eu iria amar se a Julia Quinn voltasse ao passado da família Bridgerton e escrevesse a história da Violet e do marido. Eles mereciam sua própria história. 

"Precisava senti-la, garantir a si mesmo que ela estava ali, que sempre estaria ali. Com ele, a seu lado, até que a morte os separasse. Era estranho, mas ele foi tomado por uma forte compulsão de abraçá-la... só abraçá-la."




Os Bridgertons

1- O Duque e Eu (Daphne e Simon)
2- O Visconde que me Amava (Anthony e Kate)
3- Um Perfeito Cavalheiro (Benedict e Sophie)
4- Os Segredos de Colin Bridgerton
5- Para Sir Philip, com Amor
6- O Conde Enfeitiçado
7- Um Beijo Inesquecível
8- A Caminho do Altar

Obs.: Os títulos dos livros ainda não publicados no Brasil (eu creio que do 5º ao 8º) são provisórios. 

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